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Mauro Mendes vistoria área para construção de casas populares em Tabaporã

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Da Redação

O governador Mauro Mendes visitou nesta sexta-feira (23.10) o terreno no qual estão sendo construídas 49 unidades habitacionais, no município de Tabaporã. O programa Casa MT é uma parceria do Governo do Estado, através do MT Participações S/A (MT Par), com a prefeitura.

“Esse é um projeto que vamos ampliar no próximo ano. Faremos milhares de casas em parceria com as prefeituras. O prefeito arruma o terreno, o governo entra com o restante e a Caixa Econômica financia, com prestações acessíveis. Assim, conseguiremos viabilizar a casa própria para milhares de famílias que ainda não puderam realizar esse sonho. Será um grande investimento em benefício de toda a população de Mato Grosso”, afirmou Mauro Mendes.

De acordo com o presidente do MT Par, Wener dos Santos, a construção das unidades habitacionais em Tabaporã gera investimentos na economia local de mais de R$ 6 milhões e 140 empregos diretos e indiretos.

“O programa tem a finalidade de proporcionar acesso digno à moradia, atendendo à demanda habitacional com custos menores aos praticados pelo mercado. Para se ter uma ideia, cada casa foi avaliada pela Caixa Econômica ao valor de R$ 126 mil, que são parcelados a juros baixos. Tudo isso, além de promover qualidade de vida, fomenta a economia local, gera emprego e renda e reduz o déficit habitacional”, disse Wener.

Casa MT

Na primeira etapa do programa – lançada em março deste ano – serão investidos R$ 340 milhões para a construção de 3 mil casas, em 25 municípios, gerando cerca de 8,5 mil empregos diretos e indiretos.

Para a parceria, o governo lançou chamada pública para que as prefeituras interessadas possam se inscrever. O cadastro está disponível no site do MT Par (www.mtpar.mt.gov.br).

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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