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Mauro Mendes lidera ranking de governadores que mais informam a população

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Da Redação.

O governador Mauro Mendes figurou na liderança entre os governadores do país que mais usam suas redes sociais para informar a população sobre a situação do coronavírus.

A informação foi dada pelo portal UOL, na noite de quarta-feira (06), com base em levantamento feito pela Análise Bites, empresa especializada em análise de redes sociais (leia AQUI).

O levantamento levou em conta as postagens dos últimos 66 dias.

“O governador Mauro Mendes do Mato Grosso foi quem mais dedicou tempo para tratar do Covid em seus perfis. Do total de 495 posts desde 01 de março, ele reservou 74% para alertar a população do estado sobre a crise na saúde”, diz trecho da matéria.

Mauro Mendes afirmou que as redes sociais, assim como a imprensa tradicional, são importantes ferramentas para auxiliar e orientar a população, especialmente nesses momentos delicados, quando a sociedade necessita de informações sobre as providências tomadas pelo Poder Público.

“Vamos nos manter firmes nesse trabalho de utilidade, saúde pública e prestação de contas. Uma população bem-informada e que segue as medidas de prevenção é fundamental para que a covid-19 não avance em Mato Grosso, que felizmente se mantém como um dos estados com a menor incidência e mortalidade pela pandemia”, ressaltou.

O governador lembrou que, além de todas as medidas tomadas para conter a pandemia e para estruturar a rede pública de Saúde, o Governo do Estado permanece com os investimentos e melhorias em todas as demais áreas essenciais, como Segurança, Educação e Infraestrutura.

“Continuaremos a usar as redes sociais para informar de forma transparente sobre todas as outras ações que o Estado têm desempenhado, a exemplo das dezenas de obras de infraestrutura, reformas em escolas, ampliação de leitos e revitalização de hospitais, entre outras”, concluiu.

Foto:  Tchélo Figueiredo/Secom-GOVMT

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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