Mato Grosso
Mato Grosso registra sétima morte por Covid-19
Mato Grosso
Da Redação
Mais uma morte em decorrência da Covid-19 foi registrada em Mato Grosso, a informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta quinta-feira (23). Está já é a sétima morte em decorrência da doença no Estado.
De acordo com as informações, a vítima tinha 68 anos e morreu nesta quarta-feira (22) por volta das 18h40 na cidade de Rondonópolis (218 km de Cuiabá), o idoso estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Rondonópolis.
O teste que confirmou a causa da morte como sendo em decorrência do novo coronavírus foi divulgado nesta quinta-feira, de acordo com a Prefeitura de Rondonópolis, o paciente deu entrada com pneumonia viral e síndrome respiratória aguda grave.
Ainda de acordo com a prefeitura, o paciente deu entrada no último domingo (19) em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e posteriormente foi transferido para um leito do Hospital Regional na terça-feira (21). O material para a realização do teste foi coletado após uma tomografia que apontava um quadro possível para Covid-19.
Rondonópolis é a segunda cidade de Mato Grosso com mais casos de Covid-19, até o momento já foram registrados 26 casos confirmados em isolamento domiciliar e outros 6 casos nos quais os pacientes já se recuperaram, além disso, a cidade já registra a segunda morte em decorrência da doença.
Rondonópolis registra segunda morte
No dia 8 de abril foi registrada a primeira morte na cidade, se tratava de um paciente de 75 anos que sofria de neuplasia, o paciente estava internado em um leito de UTI de um hospital particular, o caso estava sendo investigado como suspeito e foi confirmado no dia 13 de abril.
De acordo com informações, o idoso teria viajado para o Estado de São Paulo onde contraiu o vírus, ele foi até o Estado para se tratar de um câncer e ao chegar em Rondonópolis procurou atendimento com sintomas respiratórios.
Sete mortes em Mato Grosso
Está já é a sétima morte no Estado em decorrência da Covid-19, a primeira foi registrada no dia 3 de abril após um homem de 54 anos morrer na cidade de Lucas do Rio Verde. Luiz Nunes, 54 anos, era gerente de um supermercado passou a sentir os sintomas após uma viagem para São Paulo, ele sofria de hipertensão e diabetes.
No dia 8 de abril outra morte foi registrada na cidade de Cáceres (260 km de Cuiabá), um paciente de 82 anos acabou morrendo após dar entrada no hospital com os sintomas da doença, ele sofria de diabetes e cardiopatia.
No dia 11 de abril mais uma morte foi registrada, desta vez na cidade de Aripuanã (600 km de Cuiabá), era um homem de 34 anos que não tinha nenhuma comorbidade e não fazia parte dos grupos de risco, além destes, ainda foram registradas mortes no dia 15 de abril, quando um idoso de 79 anos morreu em Cuiabá e no último dia 20 de abril foi confirmada a morte de um homem de 54 anos na cidade de Barra do Garças (525 km de Cuiabá).
205 casos em Mato Grosso
O mais recente Boletim Informativo da SES, divulgado na tarde desta quarta-feira (23), apresenta 205 casos confirmados do novo coronavírus no Estado, ainda de acordo com o boletim, existem 90 pessoas contaminadas que estão em isolamento domiciliar, 94 recuperados e outros 15 que se encontram internados.
O boletim mostra ainda que entre os 15 internados, 9 estão em leitos de enfermaria, sendo 6 em leitos de unidades privadas e 3 em leitos públicos. Além disso, outras 6 pessoas estão internadas em leitos de UTI, sendo que 3 estão em leitos privados e outros 3 em leitos públicos.
A cidade que mais possui casos confirmados da doença é Cuiabá, com 49 casos ainda em monitoramento, até o momento a capital registrou 52 pacientes que se curaram da doença e ainda um óbito.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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