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Marido sufoca esposa com travesseiro e faz ‘fogueira’ com calcinhas no quintal de casa

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Da Redação

Um homem de 42 anos de nome não divulgado, foi preso durante a madrugada desta segunda-feira (15) após chegar bêbado em casa, numa propriedade rural na Comunidade de Pontal do Verde, em Sorriso (420 km da capital), onde tentou matar a esposa, 37, sufocada com um travesseiro.

De acordo com a ocorrência, o homem saiu de casa durante o dia e voltou no início da madrugada, completamente bêbado, quando começou uma discussão com a esposa.

Agressivo, ele pegou a mulher pelo braço, jogou na cama, pegou um travesseiro e pressionou contra o rosto, tentando sufocá-la.

A mulher se debateu, conseguiu se desvencilhar do marido e correr para a casa dos patrões, onde pediu socorro.

No entanto, o agressor juntou calcinhas e sutiãs da mulher jogou no quintal e fez uma fogueira.

A Polícia Militar (PM) foi acionada na fazenda, onde prendeu o agressor em flagrante e ouviu a vítima, que relatou todos os fatos.

A ocorrência foi registrada por crime de Violência Doméstica, no âmbito da Lei Maria da Penha e o documento encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, responsável por investigar o crime, onde o acusado foi entregue e colocado à disposição da Justiça.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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