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Maluf reforça atuação preventiva nas contas de Confresa e avalia sustentabilidade de hospital municipal

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Conselheiro Guilherme Antonio Maluf recebeu o prefeito Ricardo Aloísio Babinsk. Clique aqui para ampliar

Diante dos riscos ao equilíbrio fiscal e da pressão crescente sobre a saúde pública regional, o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Guilherme Antonio Maluf intensificou o acompanhamento das contas anuais de Confresa, com foco na dívida municipal e na sustentabilidade do Hospital Municipal Lauro Prestes.

Relator das contas do município, o conselheiro recebeu o prefeito Ricardo Aloísio Babinski, que destacou a relevância da unidade hospitalar, que atende a população de municípios da Região Norte do Araguaia, o que amplia as demandas assistenciais e os desafios de financiamento.

“Nosso papel é atuar de forma preventiva, orientando os gestores e acompanhando os indicadores fiscais para evitar o agravamento de desequilíbrios e assegurar a continuidade dos serviços essenciais, especialmente na área da saúde”, afirmou o conselheiro Guilherme Maluf. 

Como encaminhamento, foram indicadas providências técnicas para aprofundamento das análises, com vistas ao aprimoramento da gestão fiscal e à preservação do interesse público. Em 2025, o TCE-MT emitiu parecer prévio favorável com ressalvas à aprovação das contas de governo de Confresa referentes ao exercício anterior em razão da constatação de pequeno déficit orçamentário global e de indisponibilidades financeiras para cobertura de restos a pagar.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT



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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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