Mato Grosso

Mais de 14 mil aposentados estaduais podem ter pagamento suspenso

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Da Redação

Faltando apenas dois meses para o término do Censo Previdenciário dos aposentados e pensionistas vinculados ao Mato Grosso Previdência (MT Prev). Hoje, 14.800 dos 36 mil convocados ainda não realizaram a atualização cadastral e podem ter o benefício suspenso. O prazo termina 11 de junho.

De acordo com a Diretoria de Previdência da autarquia, o Censo deverá ser realizado totalmente pela internet, por meio do site www.mtprev.mt.gov.br. O atendimento presencial segue suspenso enquanto durarem os efeitos do decreto estadual, bem como dos decretos municipais que visam prevenir a disseminação da Covid-19.

No site do MT Prev está disponível um passo a passo de como realizar o Censo Online pelo celular, computador ou tablet. No caso de dúvidas ou dificuldade, o aposentado pode ligar ou mandar uma mensagem no WhatsApp para 65 3363-5300, ou para o e-mail censo@mtprev.mt.gov.br e solicitar o auxílio de um técnico do MT Prev.

É importante que o beneficiário providencie todos os documentos solicitados, devidamente atualizados, antes de iniciar o seu recenseamento. A atualização da certidão de nascimento e/ou casamento pode ser solicitada sem sair de casa por meio do site www.registrocivil.org.br, ou pelo site da Anoreg MT (app.anoregmt.org.br).

Censo Previdenciário

O Censo Previdenciário para aposentados e pensionistas do Governo do Estado é obrigatório e essencial para que o MT Prev possa avaliar a saúde previdenciária do instituto a longo prazo.

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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