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Mãe ver anomalia em sua filha de 2 anos, e denuncia o estupro

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Bebe recem nascido

Da Redação

A mãe de uma criança de apenas dois anos procurou a Polícia Civil, na tarde de quarta-feira (16), e denunciou um possível estupro sofrido pela sua filha, em Sinop (500 km de Cuiabá), ela contou aos policiais que percebeu, nos últimos dias, que a filha estava com fissuras no ânus e apresentava mudanças no comportamento.

De acordo com informações do Conselho Tutelar, a mãe da criança disse aos policiais que foi dar banho na filha e percebeu que a região anal estava com várias fissuras. Após o banho, ela levou a menina até uma unidade de saúde próxima.

A mulher foi até um hospital da cidade, e após o atendimento, a equipe médica orientou a mulher a procurar pelo Conselho Tutelar. Aos conselheiros, ela contou que tinha percebido o inchaço e vermelhidão na região anal da filha, mas acreditava que se tratava de uma dificuldade em evacuar, já que ela tem problema de intestino preso.

Mas a opinião da mãe mudou na quarta-feira, após perceber lesões no local. Ela contou ainda que a menina mudou o comportamento, tem chorado bastante, demonstrado irritação e agressividade, o que não era comum antes.

A mãe contou aos policiais que ela e o marido trabalham fora, e as duas ficam na casa de uma cuidadora. A mulher responsável em cuidar das crianças, mora na mesma rua da família, é casada e mãe de 4 filhos. Na última semana, ela avisou que não cuidaria mais das crianças, sem informar um motivo.

A Polícia Civil da cidade vai investigar o possível crime de estupro de vulnerável.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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