Mato Grosso
Mãe ameaça matar filha de 10 anos a pauladas após acusar padrasto de estupro
Mato Grosso
Da Redação
Uma criança de apenas de 10 anos, foi estuprada pelo padrasto e ameaçada pela sua própria mãe de 37 anos, que dizia que iria matar a vítima a paulada, se a caso ela denunciasse o padrasto pelos os abusos.
De acordo com informações, os abusos aconteceu na noite de segunda- feira (14), na cidade de Tangará da Serra, ( á 239 Km de Cuiabá), a vítima foi resgatada pelo Conselho Tutelar, e os acusados encaminhados para á delegacia da Policia Civil.
Consta no boletim, que a Polícia Militar foi até o local, após ter sido acionada pela mãe da criança, que ao chegar ao endereço, os militares encontram a mulher bêbada, ela contou aos policiais que seu marido estava abusando sexualmente de sua filha há algum tempo e teria visto a filha com a vagina machucada.
A mulher afirmou que na tarde de segunda-feira ela ingeriu bebida alcoólica na presença dos filhos, porque queria se matar, mas antes, ia matar a menina a pauladas, assim que saísse da delegacia.
Os policiais deram ordem para a mulher parar de ameaçar a criança, mas ela já estava bastante alterada e continuou. Os policiais então prenderam a acusada e acionaram o Conselho Tutelar para acompanhar a criança.
A mãe da menina disse que foi vítima de agressões do seu companheiro, porém, voltou com ele há aproximadamente 2 meses, e hoje a filha confessou os abusos, após ela perguntar o motivo da vagina estarem bastante inchadas e coçando.
Uma conselheira conversou com a criança, e ela contou que quase todos os dias o padrasto chegava em casa e a trancava em um quarto, contra a sua vontade tirava sua roupa, fazia sexo oral e esfregava suas genitais nas partes íntimas da menina.
Ela disse ainda, que sempre que alguém tentava abrir a porta, o homem mandava a menina ficar quieta e a agredia, para a conselheira tutelar, a criança afirmou várias vezes que queria se matar.
O homem foi preso em flagrante por estupro de vulnerável, e a mãe por abandono de incapaz. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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