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Lúdio Cabral de médico e deputado a influenciador digital

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Mato Grosso

Da Redação.

Live, discursos, críticas, palanque virtual, atitudes que mais condiz com um influenciador digital, do que com um deputado estadual, e muito menos com a um de médico, que neste período de pandemia de coronavírus, está lutando nos hospitais para salvar vidas e não se resguardando na segurança do seu lar, atrás da tela de um telefone celular.

Em um período que tanto as lutas para salvar vidas, devido o combate do coronavírus que são intensas, coincidem com as pré-campanhas em Mato Grosso, como a suplementar ao Senado da República, para os vereadores e prefeitos, muitos eleitores estão decepcionados com o médico e deputado estadual, Lúdio Cabral (PT), por conta da sua omissão como profissional da saúde no enfrentamento do combate ao Covid-19.

A polêmica ficou marcada pelas próprias ações do médico e deputado estadual, Lúdio Cabral, que até o momento não revelou que teve alguma atitude como médico para atuar na linha de frente no enfrentamento da pandemia do Covid-19.

Pelo contrário, as aparições do médico e deputado Lúdio Cabral foram maciças através da internet, a popular e famosa Live.

Foto: cqcs.com.br

Live:

Live é uma transmissão ao vivo de áudio e vídeo na Internet, geralmente feita por meio das redes sociais. O Instagram, por exemplo, possui uma ferramenta que permite ao usuário fazer uma transmissão de vídeo em tempo real para os seguidores, o que também é possível por aplicativos como YouTube, Twitter, Facebook e TikTok. Usuários podem fazer comentários e deixar curtidas, além de acompanhar as atividades dos demais espectadores. (techtudo.com.br).

“Lúdio Cabral agora é conhecido como Lúdio Digital”.

Para uma pessoa que exercer qualquer outra profissão, realizar apenas Live como forma de trabalho é notório e compreendido, mas para um médico conceituado, que fez boa parte da sua base eleitoral, prestando serviços de médico, não é compreendido nem pelos mais leigos.

Foto: Agência Brasil

Trechos do Juramento da Medicina:

“Eu prometo solenemente consagrar minha vida ao serviço da humanidade; a saúde e o bem-estar de meu paciente serão as minhas primeiras preocupações”

“Respeitarei a autonomia e a dignidade do meu paciente; guardarei o máximo respeito pela vida humana”

“Não permitirei que considerações sobre idade, doença ou deficiência, crença religiosa, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, estatuto social ou qualquer outro fator se interponham entre o meu dever e o meu doente; respeitarei os segredos que me forem confiados, mesmo após a morte do doente.”

“Exercerei a minha profissão com consciência e dignidade e de acordo com as boas práticas médicas”

“Fomentarei a honra e as nobres tradições da profissão médica”.

Desde o princípio da pandemia, o médico e deputado “Lúdio Digital” vem realizando várias Lives, com discursos severos e críticos as ações dos governos federal, estadual e municipais, o problema é que como deputado não saiu das críticas e como médico, se omitiu no cargo de deputado.

“Para um médico, política não pode ser mais importante que salvar vidas”.

Para boa parte da população, que conhece o médico e deputado agora popularmente chamado de “Lúdio Digital”, o momento seria do parlamentar deixar o paletó de deputado de lado, e vestir do jaleco de médico, para salvar vidas e deixando os discursos políticos para aqueles que não tem a medicina como profissão.

O médico, deputado “Lúdio Digital” foi procurado pela equipe de reportagem, mas até o fechamento da matéria não foi localizado nem em Lives para falar sobre o assunto.

 

https://www.facebook.com/LudioMT/videos/2645835795655849

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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