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Júlio Campos: “Parabéns é pouco para destacar o grande valor de Várzea Grande”

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“Várzea Grande é dotada de potencial atrativo a investimentos de grande porte; o desenvolvimento é porteira escancarada nessas terras”, sublinha ex-prefeito da Cidade Industrial

Da Redação

Na opinião do ex-governador Júlio José de Campos [ex-deputado federal, ex-senador, ex-conselheiro do Tribunal de Contas de MT e ex-prefeito de Várzea Grande], a Cidade Industrial  – que ganhou essa denominação durante seu governo- ainda se encontra em processo de construção concretamente vitoriosa. “VG não para de crescer, de inovar, e já é observada com atenção especial por quem deseja investir em setores diversos da economia nacional. O mundo, de forma geral, começa a ter consciência do seu grande potencial, e tudo isso é fruto do trabalho sério desse povo tão acolhedor”, diz Júlio.

Juntamente com seu irmão Jayme Campos, Júlio também é considerado responsável direto pela expansão das fronteiras várzea-grandenses e do próprio Estado. Foi durante os governos Júlio Campos e Jayme Campos (no Estado/prefeitura) que a Cidade Industrial registrou índices de destaque positivo no âmbito econômico. Para Júlio, o município tem sede de prosperar muito mais em várias áreas, a fim de solidificar investimentos que podem concretizar sua independência vitoriosa. “Ainda há muito chão pela frente, mas VG está em galope disparado; vai chegar lá, com certeza”, preconiza.

No seu entendimento, quem conhece Várzea Grande, “desde um ontem humilde, de dificuldades, só tem aplausos para direcionar atualmente ao próspero torrão natal”. E acrescenta: “Sempre nos surpreendemos por tantas conquistas, pelos avanços concretos que VG impôs e vem consolidando para solidificar presença em nível estadual e nacional. A segunda maior cidade de Mato Grosso, sem dúvida, já tem espaço garantido de sucesso entre as maiores do país”.

Júlio Campos frisou também que mais um marco progressista de VG, agora com 154 anos, demonstra o quanto a população várzea-grandense é detentora de determinação inabalável frente aos desafios que surgem.  “O várzea-grandense jamais se deixa abalar por baques de nenhuma espécie. E é nessa linha persistente, de buscar o melhor para si e seus familiares, que a sede do município registra tantas belezas e tantos atrativos, ao longo dos anos”. Resta parabenizar o município e aos seus habitantes por tantas qualidades palpáveis, inegáveis exemplos de prosperidade aos demais municípios brasileiros”.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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