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Jornalista mato-grossense lança em Nova York livro sobre os reflexos da Pandemia

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Da Redação

A jornalista e escritora mato-grossense Adrielle Piovesan, que também é cientista política, atuou como assessora parlamentar no Congresso Nacional, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e também na câmara municipal de Cuiabá, sempre contribuindo no marketing político, e atuante na comunicação.

Adrielle mudou-se para os Estados Unidos há pouco de três anos em busca de novas experiências, até mesmo para atualizar a carreira de jornalista, nesse tempo ainda o mundo não falava em Pandemia do novo Coronavírus que em seguida já passou a se chamar Covid-19,causando pânico e mortes mundo afora.

Adrielle Piovesan viu a transformação da sociedade americana e mundial em pouco tempo depois, quando a Covid-19 matou somente nos EUA mais 400 mil pessoas, antes disso , nesse tempo de isolamento, a jornalista começou a frequentar os locais turísticos mais visitados pela população mundial em New York, e percebeu a drástica mudança nos comportamentos sociais relacionados a pandemia, a mudanças de paradigmas e cultura da noite para o dia, e começou a registar o fato, que se transformou em livro e será publicado no próximo mês de fevereiro de 2020 na cidade de Nova York.

Para A jornalista essa pandemia fez a sociedade reavaliar muitas situações, um exemplo perceptível foi o consumo excessivo, em focar mais na família e não no dinheiro.” O mundo passou e vai passar por várias situações e transformações necessárias, e ainda há muito por vir”. Diz Adrielle.

Sobre a obra, Adrielle comentou ao JB News ter realizado um curso pelo The Museu of Modern Art (MOMA), foi quando tomou a decisão de fazer o livro, que apresentado para editora Chiado/Lisbon International Pres, que s gostaram da ideia. E estará lançando agora em fevereiro uma novela sobre a nova realidade New York.

Para a Editora, a jornalista teve uma casada interessante ao fotografar e registrar os momentos em uma das maiores cidades, e um das mais visitadas do mundo, além dessa ilustração ser registrada e comentadas sob a ótica de uma profissional brasileira.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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