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IVECO BUS entrega 80 Eurobus na Argentina

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A IVECO BUS, marca da CNH Industrial, em conjunto com a concessionária Ivecam, entregou 80 ônibus Eurobus (24 + 1 configuração 70C17 Scudato) ao Ministério de Segurança de Buenos Aires. As unidades estão preparadas para o transporte de tropas e serão fundamentais para a gestão da segurança pública na província.

“Este é um produto de fabricação nacional que é comercializado em toda a nossa rede de concessionários. Temos orgulho de testemunhar o crescimento da marca na Argentina e na região, especialmente considerando que muitos de nossos veículos são utilizados em setores-chave para a sociedade”, afirma Danilo Fetzner, diretor Comercial da IVECO BUS na América do Sul.

Neste ano, a IVECO BUS entregou sete micro-ônibus (50C17 19 + 1 furgão) ao Ministério da Segurança Nacional e duas unidades (70C17 Scudato 24 + 1) ao Município de San Martín, na província de Buenos Aires.

“Nosso trabalho se reflete nas ruas e nas rotas do país. É uma satisfação ter o apoio de nossos clientes e que diversos setores confiem em nossos produtos”, diz Fernando Quadrelli, gerente Comercial da IVECO BUS na Argentina.

Eurobus

O Eurobus é a opção da IVECO BUS para o transporte urbano de até 24 passageiros. É um produto revolucionário, moderno e inovador, tornando-se uma solução integrada para o transporte de passageiros fretamento, turismo e transporte de curta distância.

Possui amplo armazenamento no bagageiro e revestimento de alta resistência. O design interior tem um piso antiderrapante projetado para uso intensivo, assentos reclináveis confortáveis com cintos de segurança individuais, escotilha (teto solar), porta-pacotes e luz de leitura para cada assento.

O modelo tem ar-condicionado, aquecimento, aparelho de som com CD e tacógrafo padrão. Entre as opções oferecidas estão aquecimento reforçado e bancos com cinto de segurança inercial de três pontos que atendem aos mais altos requisitos de segurança.

IVECO

A IVECO é uma marca da CNH Industrial N.V., líder mundial em Bens de Capital listados na Bolsa de Nova York (NYSE: CNHI) e no Mercato Telematico Azionario da Borsa Italiana (MI: CNHI). A IVECO projeta, fabrica e comercializa uma ampla gama de veículos comerciais leves, médios e pesados, caminhões fora-de-estrada e veículos para aplicações como missões off-road. O portfólio de produtos da montadora no Brasil inclui modelos das linhas Daily, Tector, Hi-Road e Hi-Way. A IVECO emprega cerca de 21 mil pessoas em todo o mundo. Gerencia locais de produção em sete países da Europa, Ásia, África, Oceania e América Latina, onde produz veículos com as mais avançadas tecnologias. 4.200 pontos de atendimento, em mais de 160 países, garantem o suporte técnico sempre que um veículo da IVECO está em operação.

Para mais informações da IVECO, visite www.IVECO.com.br

Para mais informações da CNH Industrial, visite: www.cnhindustrial.com

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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