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Irmãs desaparecidas são encontradas com quadrilhas de menores em MT

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Da Redação

As irmãs, de 13 e 15 anos, dadas como desaparecidas desde a madrugada de terça-feira (5),  em General Carneiro (442 km de Cuiabá), foram encontradas no meio de uma quadrilha de adolescentes, do qual fazem parte, no bairro Mathias Neves, em Rondonópolis (212 km da Capital). Cinco menores foram apreendidos pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos.

Os investigadores receberam uma pista de que as meninas desaparecidas estavam em uma casa da cidade, no entanto, ao chegarem ao local constataram que elas estavam envolvidas com o bando. Elas eram comparsas de crimes que ocorriam desde 1 de janeiro.

Na casa, os policiais encontraram uma arma de fogo e munições calibre 32, e vários celulares. Havia dois maiores de idade, ainda é investigado se eles faziam parte do bando dos menores.

Todos foram levados para Delegacia de Polícia. Na unidade policial, funcionários de um comércio reconheceram seis dos setes, os quais teriam roubado o local.

Irmãs

As irmãs foram dadas como desaparecidas, na madrugada de terça-feira (5), no bairro São José, na cidade de General Carneiro (442 km de Cuiabá). As vítimas se mudaram para cidade no dia 29 de dezembro, após denunciarem o pai por abuso sexual.

O Conselho Tutelar de Barra do Garças (509 km da Capital), município onde residiam com o pai, entregou as adolescentes para a avó e tia, com quem elas estavam residindo.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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