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Incentivos para micro e pequenas empresas fazem parte de ações realizadas pela Sedec MT

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Da Redação.

Nesta segunda-feira (25.05) é comemorado o Dia da Indústria e a secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, por meio da Secretaria Adjunta de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, trabalha com o objetivo de fomentar políticas púbicas de apoio ao setor.

O Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic) busca estimular regiões de difícil acesso por meio de incentivos fiscais a empresas mediante geração de empregos. Para dar mais celeridade e isonomia ao processo, o Governo do Estado modificou o processo deixando-o totalmente online.

Vale dizer que a industrialização é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento de um estado que tem como base econômica a geração de matérias primas para o mundo, sendo considerado referência em produção de soja, milho, algodão e gado bovino. Essa verticalização da economia gera ainda mais riquezas, com consequente geração de emprego e renda para a população.

Em 2018, o setor industrial foi responsável pela geração de 141.121 mil empregos, segundo dados Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT). De 10,6 mil fabricas estabelecidos no Estado, mais de 98% corresponde a micro e pequenas indústrias.

Por isso, a Sedec MT está trabalhando em ações para a valorização dos pequenos. “Existe uma necessidade muito grande de a gente trabalhar não apenas algumas ilhas, mas um desenvolvimento como um todo. E principalmente as pequenas indústrias precisam de políticas públicas que as ajudem”, afirma Celso Banazeski, secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo.

É preciso ainda, de acordo com Banazeski, diversificar a produção industrial tanto para as exportações como para o mercado interno. “Hoje, Mato Grosso é um grande importador e exportador de commodities e pouco verticaliza e diversifica a produção industrial”, comenta o secretário.

Para levar informações aos empresários de todo o Estado, a secretaria adjunta realiza o Circuito Empreendedor, projeto que faz parte do programa Pensando Grande para os Pequenos e que visa à orientação de quem quer melhorar o seu negócio ou até iniciar no empreendedorismo. O secretário Celso Banazeski acredita que ainda neste ano seja possível realizar dois eventos, após haver segurança para a saúde de todos com o fim da pandemia do novo coronavírus.

Foto: SECOM-MT

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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