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Hospitais Regionais do Estado passam por modernização e recebem investimentos em infraestrutura

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) está modernizando os Hospitais Regionais de Alta Floresta, Cáceres, Colíder, Sinop, Sorriso e Rondonópolis.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirma que os investimentos buscam a eficiência dos serviços e oferecem melhores condições de trabalho aos profissionais que atuam nessas unidades.

“Estamos investindo na modernização da rede hospitalar para garantir unidades mais seguras, eficientes e acolhedoras à população de Mato Grosso. Nosso objetivo é oferecer estruturas modernas, capazes de assegurar a continuidade dos atendimentos e melhorar a experiência de pacientes e trabalhadores”, ressalta.

Entre os hospitais regionais com as obras mais avançadas está o de Alta Floresta, que ganhará uma nova sede, com previsão de entrega ainda no primeiro trimestre de 2026. A construção já está com 97% de execução, e o investimento total previsto em obras é de R$ 186,9 milhões.

O Hospital Regional de Sinop está com mais de 90% de execução das obras e investimento total previsto de R$ 25,3 milhões; o de Sorriso, que terá investimento total de R$ 29,2 milhões, está com 72% de andamento; e o de Colíder, com 52% de execução e investimento previsto de R$ 18,1 milhões.

Na sequência, o Hospital Regional de Cáceres, com 42% de andamento e investimento de R$ 14 milhões, e o Hospital Regional de Rondonópolis, com 39% de execução e investimento total de R$ 17,2 milhões.

A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, destaca que o Hospital Metropolitano, mantido pela SES em Várzea Grande, também passou por reformas e manutenção e já foi entregue à população e aos profissionais da saúde.

“Estamos trabalhando para garantir que as unidades hospitalares tenham estruturas modernas, seguras e preparadas para as demandas atuais da saúde pública. As reformas são planejadas com critérios técnicos, buscando mais eficiência, inovação e melhores condições de trabalho para os profissionais”, conclui.

*Sob supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT



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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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