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Homem é esfaqueado dentro de casa e morre ao pedir ajuda

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Da Redação

Um homem identificado como João Figueiredo Conceição, de 30 anos, foi assassinado a facadas, na noite da ultima quarta-feira (18), no bairro Bela Vista, em Nova Mutum (264 km de Cuiabá). A vítima foi atacada em casa, tentou fugir, mas foi perseguida pela Rua das Mangueiras. 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, João chegou a correr por 200 metros, até que foi alcançado pelo assassino e foi atingido pelos golpes. Ele morreu na calçada. 

Uma testemunha ligou para o 190 e, informou que havia um homem caído no chão, com muito sangue em volta. Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e outra da Polícia Militar (PM).

Os bombeiros constaram que a vítima já estava morta, e junto com a PM isolaram o local para aguardar a chegada da perícia. Ainda conforme o boletim, às 21h44, começou chover muito forte, fato que atrapalhou o trabalho de todas as equipes. 

A Polícia Judiciária Civil (PJC),está investigando o caso. Na noite de quarta-feira, foram encontrados sinais de luta e sangue espalhados pela casa da vítima. 

A perícia acredita que João levou duas facadas em casa, e outras duas na rua, causando sua morte. 

Testemunhas informaram que na cena do crime havia dois homens e uma mulher. Há câmeras de segurança nas casas vizinhas, o que deve ajudar a PJC identificar os envolvidos no assassinato, que estão foragidos.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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