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Homem é assassinado a facadas em casa; corpo é encontrado coberto de sangue

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Mato Grosso

Da Redação

Um homem identificado como L.E.S, 60 anos, foi assassinado a facadas dentro da própria casa, na Rua Intanhaém, no bairro Módulo 06, setor Coabe, em Juína (791 km de Cuiabá). O crime aconteceu na noite de sexta-feira (05), mas o corpo só foi localizado neste sábado (06).

 Um casal foi detido pela Polícia Civil, suspeito de cometer o crime.

De acordo com site Juína News, o investigador Jean Adriano afirmou que a polícia chegou ao local após receber uma ligação informando que havia um homem morto numa casa do bairro Módulo 06.

Os policiais checaram a informação e, pela janela, viram um cadáver coberto por sangue na sala da casa. Ao analisarem a cena do crime, os investigadores observaram que, provavelmente, a vítima começou a ser esfaqueada em dos quartos, tentou fugir, mas veio a óbito no cômodo seguinte.

A área foi isolada e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para dar inícios aos trabalhos de investigação. O perito analisou o local e as condições em que o corpo foi encontrado.

Dentro da casa, os policiais encontram sinais de que houve o consumo de bebidas alcoólicas e uma faca foi encontrada próximo ao corpo.

A moto da vítima, que estava no quintal, não foi levada pelo assassino o que faz a linha de investigação descartar o latrocínio.

Os investigadores encontraram marcas de sangue na grama que fica aos fundos da casa, que podem ser da vítima.

Em seguida, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia que deve aponta a causa clínica da morte. Até a publicação da reportagem nenhum parente procurou as autoridades para fazer o reconhecimento do corpo.

A Polícia Civil conseguiu localizar um casal que esteve na casa de Leo no mesmo dia do crime. Eles afirmam que foram ao local para comprar drogas com a vítima e depois foram embora.

Tempo depois a mulher disse que retornou à residência e viu Leo sendo esfaqueado por uma pessoa, que não conseguiu identificar. Com medo, segundo ela, correu e não acionou a polícia ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Eles foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil e devem ser ouvidos pelo delegado.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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