Mato Grosso

Homem discuti com vizinho por limpeza de terreno é morto com tiro na cabeça

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Mato Grosso

Da Redação

Um homem identificado como Luis Tavares dos Santos de 44 anos, foi assassinado a tiros no ultimo domingo (14), durante uma briga no bairro Conselvan, em Aripuanã (1.002 km de Cuiabá). A discussão começou por conta da limpeza de um terreno. O assassino foi identificado como Paulo Cezar, mas ele não foi encontrado.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pelos vizinhos, que diziam que uma pessoa foi vítima de disparo de arma de fogo. Os policiais foram até o local com um agente de saúde, que constatou a morte de Luis.

Uma testemunha contou aos policiais que a discussão começou por conta de alguns entulhos e restos de árvores cortadas em seu quintal, que estavam amontoados nos fundos de outra residência.

O proprietário da outra casa discutiu com o rapaz que fazia a limpeza do terreno, dizendo que seu quintal não era lixo. Os dois trocaram socos, até que Luis chegou correndo com um pedaço de madeira em mãos e acertou a cabeça do dono da residência. O homem pegou outro pedaço de madeira e revidou o golpe.

Paulo Cezar chegou com uma arma de fogo em mãos, atirou na cabeça de Luis e fugiu do local.

A Polícia Militar fez rondas pela região, mas não encontrou Paulo Cezar. O local foi isolado e a Perícia Oficial e Identificação Técnica fez (Politec) os trabalhos de investigação no local.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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