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Homem desaparece depois de pagar conta no banco em Cuiabá MT

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Da Redação

O funcionário do grupo Bom Futuro Joaquim Assis Rodrigues, de 49 anos, que está desaparecido desde do dia 9 de fevereiro, na cidade de Cuiabá, foi visto pela última vez saindo de um banco no bairro Coxipó, conforme nova pista encontrada pela polícia, na ultima segunda-feira (15). O desaparecimento dele foi registrado pela família, que disse que ele saiu para pagar contas, no entanto, não se sabia se ele havia chegado à agência.

Desde o dia 11 de março, o Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NDP) da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) vem procurando por Joaquim.

Nas imagens das câmeras de segurança do Banco do Brasil, as quais mostram que a vítima chegou à unidade da Avenida Fernando Corrêa, antes das 7h.

Joaquim leva menos de uma hora para realizar seus procedimentos bancários e deixa o local 7:05. Esta foi a última vez que a vítima foi vista. Joaquim estava trajando camisa, calça social e sapato.

A vítima foi descrito pela família como uma pessoa sem vícios, e sem inimizades.
O NPD investiga que Joaquim pode ter sido vítima de um crime, ou até mesmo deixado sua casa por um motivo

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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