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GOVERNO DO ESTADO E VÁRZEA GRANDE REGULARIZAM 7 MIL CASAS DA ANTIGA COHAB

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Além de Várzea Grande, outras 38 cidades dos 141 municípios de Mato Grosso terão casas da antiga Companhia de Habitação regularizados e entregues aos seus verdadeiros proprietários.

 

Da redação

 

Aproximadamente 7 mil famílias de Várzea Grande serão agraciadas com a regularização fundiária urbana promovida pelo Governo do Estado através da Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso – Desenvolve MT e pela Prefeitura de Várzea Grande.

Intitulado de “Projeto Endereço Certo”, a solenidade acontece amanhã, 28, a partir das 8:30 no Palácio Paiaguás e tem o objetivo de promover a regularização fundiária urbana dos imóveis pertencentes à Carteira Imobiliária da extinta Companhia de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso – COHAB/MT em 39 municípios das 14 cidades existentes em Mato Grosso.

“Quando existe determinação e empenho dos entes públicos no interesse de solucionar os problemas da população, o que parecia um grande obstáculo se tornou a satisfação de todos”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos enaltecendo o trabalho conjunto do Desenvolve MT e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Turismo sob o comando de Kalil Baracat.

A prefeita lembrou que a regularização urbana representa um passo importantíssimo para assegurar o respeito e a credibilidade de um chefe de família, seja ele homem ou mulher na dignidade de um lar para todos aqueles que vivem em baixo do seu teto.

Os municípios que terão famílias atendidas são, Água Boa, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Paraguai, Araguainha, Araputanga, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Diamantino, Dom Aquino, General Carneiro, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Mirassol D’Oeste, Nobres, Nortelândia, Nova Xavantina, Pedra Preta, Poconé, Ponte Branca, Porto dos Gaúchos, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tesouro, Torixoréu e Várzea Grande.

Segundo a prefeita Lucimar Sacre de Campos, Várzea Grande em conjunto com a Defensoria está caminhando a passos largos para regularizar entre 45 mil até 70 mil propriedades urbanas e rurais dos mais variados modelos. “Queremos e vamos dar dignidade para todos aqueles que são os reais proprietários, mas tudo dentro da lei e da ordem, por isso que temos acompanhamento da Defensoria Pública de Mato Grosso”, disse a prefeita satisfeita com as quase 7 mil famílias que serão beneficiadas com a regularização via Governo do Estado relativo a antiga COHAB/MT.

A prefeita lembrou que desde quando assumiu em 2015 já promoveu a regularização de diversos lotes e residenciais assegurando assim direito liquido e certo para aqueles que precisam ter a dignidade do lar para atender aos anseios de suas famílias.

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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