IMPRENSA DE LUTO
Governo de MT lamenta falecimento do jornalista Ademar Andreola
Ademar tinha 65 anos e lutava bravamente contra um câncer
Mato Grosso
O Governo de Mato Grosso lamentou a morte do jornalista Ademar Andreola, aos 65 anos, na noite desta segunda-feira (13.02). Ele trabalhava como assessor de imprensa na Secretaria de Estado de Fazenda, e lutava bravamente contra um câncer.
“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do nosso jornalista Ademar. Uma personalidade do jornalismo mato-grossense, Ademar também muito contribuiu com a história do Governo de Mato Grosso. Ficamos consternados e desejamos que Deus console a todos os amigos e familiares neste momento difícil”, declararam o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes.
A secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, ressaltou que Ademar sempre foi um grande profissional da comunicação, e, sobretudo, um grande ser humano.
“Ele é, acima de tudo, um grande companheiro e amigo. Um jornalista que ensinou muita gente e de um grande caráter. O jornalismo, a família e os amigos perdem um grande homem. Que Deus conforte a sua filha Noelisa e toda família”, manifestou.
O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, destacou a ética de Ademar, profissional e pessoal, e ressaltou as qualidades daquele que considerava seu amigo.
“Trabalhamos juntos nos últimos 10 anos, na Prefeitura de Cuiabá, Procuradoria-Geral do Estado e, por último, na Secretaria de Fazenda. Ele foi um conselheiro leal para mim, muito mais do que um assessor. Me auxiliou nas primeiras entrevistas que concedi como um pai assiste a um filho. Tinha uma obsessão pela comunicação direta, fácil, objetiva. Com ele, temas áridos tornavam-se fáceis. Excelente jornalista, pai, amigo. Superando as fraquezas, colecionou inúmeras qualidades. Uma delas a de ser palmeirense fanático. Fará falta a todos nós como um dos últimos da sua geração de jornalistas de Mato Grosso, porém, seu legado não será esquecido. O seu legado será eterno. Quem o conheceu sabe”, afirmou Gallo.
Andreola era natural de Santa Catarina e cresceu no Paraná. Chegou em Cuiabá em 1982, e, desde então, trabalhou em diversos jornais, sites de notícia e assessoria de imprensa, inclusive na gestão Mauro Mendes à frente da Prefeitura de Cuiabá, entre os anos de 2014 a 2016. No Governo de Mato Grosso, entrou em 2017, na assessoria da Sefaz.
Além de compor o quadro da comunicação do Estado, Ademar também é pai da jornalista Noelisa Andreola, da assessoria de imprensa do governador Mauro Mendes.
O velório do jornalista será nesta terça-feira (14.02), na Igreja São Pedro, no bairro Alvorada, em Cuiabá, das 6h às 12h. Já o sepultamento ocorrerá em Curitiba, onde moram os familiares dele.
FONTE: SECOM MT
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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