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Governo de MT lamenta falecimento de ex-secretário Bolanger José de Almeida

Bolanger foi subsecretário de Fazenda e Planejamento no Governo de Mato Grosso

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Mato Grosso

Ex-secretário Bolanger de Almeida - Foto por: Reprodução

O Governo de Mato Grosso lamenta a morte do ex-secretário Bolanger José de Almeida, de 72 anos, nessa quarta-feira (18). Ele estava internado em um hospital particular de Cuiabá e lutava contra um câncer.

Boulanger atuou como subsecretário de Fazenda e de Planejamento no Governo de Mato Grosso, foi secretário municipal em Várzea Grande e Rosário Oeste, atuou na Prefeitura de Cuiabá, Câmara de Cuiabá, Assembleia Legislativa, e era, também, professor aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso.

“Eu e minha esposa, Virginia, nos solidarizamos com a família e os amigos do ex-secretário Bolanger. Dentro de sua extensa atuação no serviço público, Bolanger foi presidente do Cuiabá Prev em minha gestão na Prefeitura da Capital. Desejamos que Deus conforte o coração de todos os enlutados”, lamentou o governador Mauro Mendes.

O governador em exercício, Otaviano Pivetta, também manifestou pesar pelo falecimento do ex-secretário.

“Presto minhas condolências à família por esse momento de dor, e rogo que Deus conceda forças aos amigos e familiares neste momento”, declarou.

O corpo do ex-secretário foi velado na Capela Santa Rita, em Cuiabá, nesta quinta-feira (19).

FONTE – SECOM-MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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