Mato Grosso

Governo conclui pavimentação de 30 km entre Vera e Santa Carmem

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Da Redação

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), finalizou a pavimentação de 30,5 quilômetros da MT-140 entre os municípios de Vera e Santa Carmem, na região Médio-Norte mato-grossense. Faltam somente os serviços de drenagem e sinalização para a conclusão e entrega definitiva da obra.

A obra é executada pela Sinfra, por meio de um convênio com as prefeituras de Vera e Santa Carmem – e vai interligar definitivamente os dois municípios por vias asfaltadas. Por meio do convênio foram investidos R$ 17,3 milhões, sendo R$ 15 milhões pelo Governo do Estado e o restante empenhado pelos municípios.

Conforme o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, esse modelo de parceria é fundamental para que as obras possam ser realizadas com maior celeridade e economia de recursos, uma vez que a união dos esforços permite que cada ente envolvido na parceria seja o fiscal da execução da obra.

“Seguindo a determinação do governador Mauro Mendes, estamos priorizando as parcerias. É uma forma de envolver as prefeituras não só na fiscalização, mas também no andamento das obras. Com o convênio, as obras são executadas com o apoio das prefeituras e fiscalizadas por todos os moradores da região. Assim, dividimos os investimentos e compartilhamos a responsabilidade para que a obra seja concluída mais rapidamente, sem perder a qualidade”, disse o secretário.

Com a pavimentação, não apenas os municípios de Vera e Santa Carmem serão beneficiados, mas também a região do Médio-Norte, especialmente no que diz respeito ao escoamento da produção agrícola e o desenvolvimento econômico.

Isso porque a pavimentação vai criar uma rota alternativa e paralela à BR-163, em uma parte do trecho entre as cidades de Sorriso e Sinop. Além disso, vai permitir a ligação dos  municípios de Vera e Santa Carmem com as cidades de Sinop e Feliz Natal por vias pavimentadas.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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