Economia
Fávaro recebe demandas do setor de hotéis, restaurantes e bares e busca solução para retomada das atividades
Economia
Da Redação.
O senador Carlos Fávaro (PSD) participou de reunião virtual com a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Sindicato de Hoteis, Restaurantes, Bares e Similares de Mato Grosso (SHRBS-MT) e Sindicato dos Hoteis, Bares e Restaurantes de Várzea Grande (Sobresvag) para discutir soluções e traçar uma pauta legislativa e política para os setores que são um dos mais impactados pela crise provocada pelo coronavírus.
Entre as pautas emergenciais que tramitam no Legislativo Federal, as Medidas Provisórias 927, 936 e 944 são as que mais preocupam os setores. Fávaro colocou sua equipe técnica à disposição da federação e dos sindicatos para elaborar propostas que contemplem as necessidades para a retomada das atividades pós-pandemia.
“Temos sim que cuidar da saúde da nossa população, arrumar recursos, mas ao mesmo tempo não podemos deixar perecer as atividades econômicas. Vamos trabalhar junto à Frente Parlamentar do Turismo para que possamos dar um caminho e um tratamento especial a essa atividade que é tão relevante, gera tantos empregos e oportunidades ao Brasil e aos brasileiros”, comenta Fávaro.
Presidente do SHRBS-MT, Luiz Carlos Nigro ressalta a participação do senador numa reunião importante de apresentação de pleitos que permitam que o segmento possa se recuperar após a pandemia de Covid-19.
“O senador Carlos Fávaro entendeu as nossas demandas e se prontificou a ajudar e interagir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para encaminhar nossa preocupação em relação à MP 936. É fundamental que ela tenha um desdobramento para que nós possamos trabalhar tranquilos já que o turismo terá uma recuperação de longo prazo”, explica o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio.
Foto: Assessoria.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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