Mato Grosso

Faturando mais de R$ 100 bilhões: Agronegócio se omite na “Guerra contra o Coronavírus”

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Mato Grosso

Da Redação

Para resguardar suas fortunas, os maiores produtores de grãos e gado de Mato Grosso viraram “pernas de cobra”, já que passados vários dias do primeiro Decreto do Governo de Mato Grosso, até o momento o setor bilionário do agronegócio, não apresentou nenhuma proposta de ajuda para o povo do Estado.

Com uma economia na casa dos R$ 100 bilhões neste ano, o agronegócio de Mato Grosso é reconhecido por muitos, como uma verdadeira potência na economia nacional, quando pecuaristas e agricultores faturam milhões, aumentando e solidificando as suas fortunas.

Foto: Ilustrativa

“Blairo Maggi, Eraí Maggi e Otaviano Pivetta, além de serem personalidades do agronegócio mundial, também são políticos, sendo que Pivetta é candidato pelo PDT a uma vaga no Senado da República, resta saber se povo de Mato Grosso vai retribuir a mesma atenção que o barões do agro estão proporcionando na Guerra contra o Coronavírus”.

Um dos assuntos mais abordados neste momento é sobre a falta do álcool Gel, ironia do destino ou não, hoje Mato Grosso possui várias usinas de álcool, que utilizam o milho como matéria prima.

“O povo pergunta se essas usinas, juntamente com os produtores não podem destinar, nem que seja 10% da produção para transformar em álcool gel”?

As notícias de que Mato Grosso bate recordes de produção todos os anos, já viraram rotina, mas neste período de pandemia, quando a povo corre risco de vida, até o momento não ouviu falar na contribuição dos milionários do agronegócio.

A Omissão.

Para o povo de Mato Grosso, a omissão por parte do setor do agronegócio, mostra quanto o estado é importante para eles, que devem estar mais preocupados com os seus consumidores que estão diminuindo na China e na europa.

“O consumo de carne bovina, suína, de aves, de milho, soja, algodão e girassol dentro Mato Grosso, é insignificante para os grandes produtores, isso deve ser o motivo de tal apreço neste momento de necessidade popular”.

 

A população está organizando via redes sociais manifestação, cobrando apoio dos políticos para tirar os barões do agronegócio do estado oculto, passando para o ativo, com propostas e colaborações, com objetivo de atender as necessidades do povo.

Os produtores Blairo Maggi, Eraí Maggi e Otaviano Pivetta foram procurados para falar sobre o assunto, mas até o fechamento da matéria, as ligações não completaram, com idade na faixa de risco, os agricultores como forma de quarentena devem estar evitando até os telefones.

Foto: Grupo Bom Futuro/TopdriverIveco / José Medeiros

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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