Mato Grosso

FABRIS REAFIRMA COMPROMISSOS E DEFENDE AÇÃO CONJUNTA EM PROL DE ÁREAS ESSENCIAIS

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Mato Grosso

Para o 1o vice-presidente da Assembleia Legislativa, Gilmar Fabris, reforçar investimentos em Várzea Grande e Cuiabá é fundamental para atender a demanda que vem do interior de Mato Grosso.

Da Redação

 

Várzea Grande vai continuar recebendo atenção redobrada por parte do 1o vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Gilmar Fabris (PSD) que assegurou a prefeita Lucimar Sacre de Campos, não apenas a apresentação de mais emendas para atender as demandas da segunda maior cidade de Mato Grosso, como também defender junto aos demais parlamentares estaduais uma especial atenção para a Cuiabá e Várzea Grande, principais cidades que compõem o Vale do Rio Cuiabá.

“Os investimentos em áreas essenciais como infraestrutura, saúde, educação, segurança e social tem um significado muito importante para Mato Grosso quando feitos em Cuiabá e Várzea Grande que são as primeiras cidades procuradas pela população em busca de melhores condições para um eventual tratamento de saúde, para estudos e até mesmo em busca de trabalho”, assinalou Gilmar Fabris.

Autor de emendas importantes como das obras do Ginásio de Esportes Júlio Domingos de Campos, o Fiotão e das obras de ampliação, melhoria e equipamentos para o Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, além de recursos para pavimentação de novas ruas e avenidas e recuperação de outras vias públicas, como da duplicação da Av. Filinto Muller que será um novo corredor comercial que interligará o Centro de Várzea Grande a Região Oeste, mais precisamente os bairros do Grande São Mateus, Fabris sinalizou positivamente para alguns políticas públicas do Governo do Estado para reforçar as áreas essenciais.

Lucimar Sacre de Campos pontuou como importantes e fundamentais na consolidação do desenvolvimento de Várzea Grande e de Mato Grosso a integração e atuação conjunta. “Sozinha a administração municipal tem suas limitações, mas quando atuamos em conjunto com o Governo do Estado, Governo Federal com a interveniência dos deputados e senadores se consegue atingir os objetivos mais importantes que é o de atender a demanda da população”, explicou a prefeita.

Ela assegurou ainda que todos os recursos aplicados por emendas parlamentares da Assembleia Legislativa, da Câmara Federal ou do Senado da República tem tido não apenas a correta e transparente aplicação, bem como, vem acompanhado com a devida contrapartida dos recursos públicos municipais.

“Na quase maioria das vezes, apenas os recursos públicos municipais são insuficientes para atender a demanda de uma cidade de quase 300 mil habitantes, por isso são importantes os recursos de emendas parlamentares, de convênios federais e estaduais, enfim de toda ajuda possível e que é voltada para atender a população, pois o presidente da República, o governador, senadores, deputados federais e estaduais, todos tiveram votos aqui e por isso todo trabalho em prol de Várzea Grande é bem vindo”, explicou Lucimar Sacre de Campos.

O 1o vice-presidente da Assembleia Legislativa, assegurou que a atuação conjunta dos Poderes Constituídos tem muito mais chances de solucionar os problemas da população e de Mato Grosso e assegurou que o Governo do Estado vai manter os compromissos nos repasses das emendas parlamentares e dos convênios cos os municípios.  

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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