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Ex-PM condenado por homicídio e roubo a banco é preso no Porto

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Mato Grosso

Da Redação

Um ex-policial militar, que responde a diversos processos na Justiça de Mato Grosso foi preso no bairro do Porto, em Cuiabá, pela equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) da Polícia Civil.

O ex-policial, de 60 anos, estava com ordem de prisão expedida pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá e foi localizado no bairro do Porto, próximo ao Comando Geral do Corpo de Bombeiros.

Em setembro de 2012, o Serviço de Inteligência da Polícia Militar e o Batalhão da Rotam realizaram a apreensão na residência do ex-policial de farto material bélico, como arma de fogo, munição para fuzil calibre 556 e outras munições de diversos calibres (9 milímetros, 12 mm, 38, 22, 380 e ponto quarenta).

O ex-cabo responde a vários processos na Justiça estadual e foi condenado por homicídio com sentença condenatória já transitada em julgado e pena de 19 anos de reclusão. Na Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado de Cuiabá ele responde pelo crime de roubo qualificado, com emprego de arma de fogo e concurso de pessoas, e foi condenado a nove anos de prisão.

Na 1ª Vara Criminal de Cuiabá, ele foi condenado a 12 anos de reclusão e em outra condenação, na Comarca de Juscimeira responde por roubo majorado, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo, tendo sido condenado a 12 anos de reclusão pelo roubo à agência do Sicredi daquela localidade. Ele possui outros antecedentes criminais com indiciamentos e autuações por delitos como roubo de veículos com restrição à liberdade da vítima, receptação, posse ou porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal.

Após a prisão, ele foi submetido a exame de corpo de delito e encaminhados às respectivas unidades prisionais, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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