Mato Grosso

Empresários são parceiros do Governo no combate aos incêndios no Pantanal

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Mato Grosso

Da Redação

Cerca de 20 empresas estão ajudando no combate aos incêndios que assolam o Pantanal mato-grossense. Eles estão cedendo moradia e alimentação para os militares do Corpo de Bombeiros que estão no local para cessar as queimadas que já consumiram 66 mil hectares. Além disso, há empréstimo de tratores para fazer aceiros e diminuir a propagação do fogo e a cessão de pista de pouso.

Trinta e um militares bombeiros estão atuando na região do município de Poconé (104km de Cuiabá). A secretaria de Desenvolvimento Econômico, por meio da secretaria adjunta de Turismo, intermediou com os empresários e fazendeiros da região formas de auxílio.

“O Pantanal é uma região extremamente importante para Mato Grosso. Lá temos quase 15% do rebanho do Estado e também é um rico atrativo turístico. Este trabalho dos militares do Corpo de Bombeiros é essencial para resguardamos a fauna e flora riquíssima do Pantanal. Agradecemos os moradores da região e empresários sempre solícitos no acolhimento dos profissionais”, diz César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Para o empresário Leopoldo Nigro Filho, o momento tem sido importante para que todos os hoteleiros e pousadas façam sua parte na região que é vital para sua subsistência.

As pousadas Piuval, Rio Claro, Recanto do Jaguar, Pousada do Neco, Pousada Porto Jofre, os hotéis Santa Rosa, Pantanal Mato Grosso Hotel, Hotel Sesc Pantanal e as fazendas São João, Comitivas, São Miguel, Samambaia, a prefeitura municipal de Poconé, entre outros, estão contribuindo com o Governo de Mato Grosso para salvar o Pantanal.

 

 

Foto: Divulgação/FAB

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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