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Emanuel estaria liderando cenário com 38%; França tem 14% e Abílio 9%

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Redação (RDNEWS)

Na corrida à reeleição, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) impõe hoje uma frente ampla, entre sobre todos os demais pré-candidatos ao Executivo em Cuiabá, revela o instituto Analisando, em trabalho de campo feito entre 22 e 24 deste mês.

Numa simulação com 12 possíveis concorrentes ao Palácio Alencastro, Emanuel aparece com 38,1%. O segundo colocado é o ex-prefeito Roberto França (Patriota), com 14%, uma diferença de 24 pontos percentuais do primeiro colocado.

O vereador Abílio Júnior (Podemos) surge em seguida, com 9,2%. A advogada e suplente de deputada federal Gisela Simona (Pros) figura na quarta colocação, com 6,3%.

O empresário Dorileo Leal (PSDB) está com 2,1% e, o ex-deputado federal Fábio Garcia (DEM), 1,1%, mesmo percentual atribuído ao empresário Geraldo Macedo (PSD). Os demais não alcançam a um ponto percentual, sendo eles Julier Sebastião (PT), Ulysses Moraes (PSL), Paulo Grando (Novo), Fabrício Carvalho (PDT) e Felipe Wellaton (Cidadania).

Os pesquisadores entrevistaram 1.199 eleitores de 98 bairros. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TRE-MT, sob número MT-06212/2020.

Segundo turno

Numa simulação de segundo turno, o prefeito emedebista ganharia de todos. Contra França, o placar pró-Emanuel seria de 38,9% a 21,2% (cenário 1). Num embate com Fábio Garcia, a diferença seria mais “elástica”: 41% a 7,7%. Emanuel ganharia fácil do vereador do DEM, Marcelo Bussiki (41,8% a 6,1%), de Gisela (41,1% a 12%), de Abílio (40% a 18%), de Wellaton (41,5% a 7,2%), de Julier (43,3% a 4,3%) e de Dorileo (43% a 6%). Nestes cenários, o universo de indecisos ainda é considerável, variando de 26% a 35%.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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