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Em entrevista, Mendes afirma esperar que carga de equipamentos contra Covid-19 comprados da China cheguem até dia 15

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Da Redação

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), declarou na manhã desta segunda-feira (06), que parte dos materiais comprados na China para o combate do novo coronavírus (Covid-19) no Estado, já foram despachados para o Brasil. A carga é composta por respiradores, equipamentos de proteção e testes para diagnosticar a doença.

Durante uma entrevista para o programa MT1, da TVCA, Mendes afirmou que espera que as empresas façam notas adequadas para garantir que a carga chegue ao Estado até o próximo dia 15 de abril.

A compra da China com os equipamentos já foi paga pelo Governo do Estado e aguarda agora sua chegada ao Brasil, ainda de acordo com Mendes, está carga deverá trazer cerca de vinte mil testes para o novo coronavírus, além de camas, respiradores, máscaras e capacetes de proteção para os profissionais que estão na linha de frente para o combate da pandemia.

Apesar de não ter comentado sobre o assunto, uma das preocupações do governador pode ser o fato de que diversos países têm confiscado materiais do tipo quando as aeronaves pousam para abastecer e seguir viagem. Um dos casos mais recentes, foi um carregamento do Estado da Bahia e do Ceará com cerca de seiscentos respiradores que tiveram a compra cancelada pela empresa Chinesa, além disso, todo o material ficou retido na cidade de Miami, nos EUA.

Uma das medidas que poderiam ser tomadas para evitar este tipo de situação, seria o envio de aviões do Governo Federal para a China, para realizar os carregamentos e trazer o material para a distribuição com maior segurança, porém, nenhuma medida do tipo foi anunciada pelo Governo Federal.

Foto: Mayke Toscano/Secom

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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