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Eleição ao Senado da República: 12 histórias em um caminho

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Da Redação

A corrida dos 12 candidatos é para disputar a eleição suplementar ao Senado Federal, com objetivo de preencher uma vaga, que ainda não foi deixada pela senadora cassada, Selma Arruda (Podemos).

“O mantado da ex-juíza e senadora, Selma foi cassado por suposto abuso de poder econômico e caixa 2, realizado na eleição de 2018”.

Os partidos políticos terão que solicitar junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TER-MT), os registros dos seus candidatos, no dia 17 de março de 2020, até às 19hs. Aquele que não cumprir este primeiro requisito, ficará de fora da disputa.

Desde quando efetivou a cassação da ex-juíza e senadora Selma Arruda, que vários nomes começaram a despontar no cenário político, com a intenção de ocupar a vaga da senadora cassada.

Estratificação dos pré-candidatos.

Das dezenas de nomes que surgiram desde o ano passado, o resultado ficou com 12 pessoas em busca de um objetivo, estão confirmados nas corrida eleitoral o vice-governador e megaempresário do agronegócio, Otaviano Pivetta (PDT), o ex-governador Júlio Campos (DEM), Deputado estadual Elizeu Nascimento (DC), Superintendente do PROCON Gisela Simona (PROS), Deputado federal José Medeiro (Podemos), Professor Doutor Feliciano Azuaga (NOVO), Carlos Fávaro (PSD), o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), o deputado estadual Valdir Barranco (PT), o procurador Mauro (PSOL), o zootecnista Reinaldo Morais (PSC)  e a tenente-coronel Rúbia Fernanda (Patriotas).

No próximo dia 26 de abril de 2020, a população terá que escolher entre esses 12 candidatos, apenas um representante, que possivelmente irá ocupar o cargo, que é para ser deixado pela senadora Selma.

De acordo com o analista político, professor João Edisom, os nomes conhecidos já saíram em vantagem, devido o curto período desta campanha eleitoral, que ainda conta com uma margem muito grande de abstenção, que poderá chegar aos 50%.

“Júlio Campos, Carlos Fávaro, Nilson Leitão e Valdir Barranco, foram apontados como aqueles que possuem vantagem”.

Segundo o professor, o vice-governador Otaviano Pivetta segue em desvantagem, porque não disputou diretamente uma eleição no último pleito.

“Gisela Simona e a coronel Rúbia Fernanda, como possuem perfil dos votos de protestos, podem apresentar surpresas, já que neste caso é um cenário muito incerto”, avaliou João Edisom.

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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