Mato Grosso

Discernimento é a marca do novo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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Mato Grosso

Da Redação.

Antes mesmo de assumir a Presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado estadual Max Russi (PSB) já vinha trabalhando, pautado por discernimento nas tomadas de decisões, referente aos danos causados pelo impacto da pandemia da Covid-19 na sociedade, em conjunto com os poderes legislativo e executivo estadual, focados em resguardar a vida das pessoas.

O presidente da Assembleia desenvolveu trabalhos junto aos poderes, buscando atender demandas, que vão desde a abertura de novos leitos, enfermaria e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), aquisição de medicamentos, pagamentos e prorrogação de gratificação aos profissionais da saúde, que estão atuando na linha de enfrentamento, viabilizar mais recursos para compra e o desenvolvimento logístico com eficiente das vacinas, para atender toda população do estado.

Outro assunto que tem destaque nas atuações do deputado é a economia, que através da Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, com o Programa Desenvolvem MT, Max vê que é uma oportunidade para os empresários, que estão passando por necessidade, ter a oportunidade de se manter neste período, contornar a crise e se preparar para retomar as atividades no cenário de pós Covid-19.

“Além da implantação de linha de crédito, para garantir o capital de giro aos micros e pequenos empresários, durante este período de pandemia, estamos propondo no mínimo uma carência de 12 meses sem juros”, ressaltou Max.

Em parceria com o Governado do Estado, através da Secretaria Adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o presidente da Assembleia Max atua diretamente para o desenvolvimento deste Programa Social, que em sua primeira etapa, já chegou em 23 municípios, contemplados.

“O programa é composto por cartões que atendem grupos específicos e também famílias em situação de vulnerabilidade social”.

Para o deputado, a atuação do poder público neste período de tantas dificuldades, é de extrema importância na colaboração de valorização das pessoas como um todo, independente de quem sejam.

“SER – Sustentado em três grandes pilares: Superação, Esperança e Respeito. As letras iniciais, que juntas formam a palavra SER, buscam dar ainda mais significado às ações sociais coordenadas pelo governo do Estado. A palavra SER traz a representação de que somos todos SERES iguais, com direitos e deveres. E também carrega a importância do SERVIR, no sentido da doação ao próximo”, explicou o deputado.

Na pasta da educação, o deputado vem desenvolvendo projetos que atendem desde aos servidores, buscando melhores condições de trabalhos e reconhecimento pelos serviços prestados, que resultam diretamente em melhorias no ensino ao alunos.

Projeto de construção de Escolas, Creches, Quadras Poliesportivas, a realização de Cursos Técnicos, de Qualificação e Profissionalizantes fazem parte das atuações do presidente, Max no desenvolvimento educacional dos alunos e profissionais do estado.

“A inclusão social é de extrema importância para o desenvolvimento educacional do alunos especiais, pensando assim, apresentamos o Projeto de Lei, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras)”, ressaltou Max. 

Considerando que servidores da segurança pública estão na linha de frente, atuando constantemente durante o período de pandemia, o deputado Max este reunido com representante das categorias, para ouvir as demandas, que serviram de base, para a elaboração de projeto que venham atender as necessidades dos profissionais.

Um dos destaques na pasta da segurança, ficou por conta da solicitação do deputado junto ao governo do estado, para aquisição do chamado “Botão do Pânico”, com objetivo de resguardar a vidas das mulheres que foram vítimas de violência doméstica.

“O número de agressores monitorados por tornozeleira é maior do que as vítimas com Botão do Pânico”.

Max Russi deixa bem claro, que as ações de hoje desenvolvidas pela Assembleia Legislativa, realiza em parceria com o Governo do Estado, que levam benefícios direto para a população, vai desde a construção de novos leitos de UTI, até a aquisição de equipamento e vacinas, é graças ao trabalho sério que foi realizado em anos anteriores, resultando em economia, e agora na devolução de recursos.

“Sabemos das dificuldades, já fizemos bastante, estamos trabalhamos para fazer muito mais, a parceria da Assembleia com o Governo do Estado, só resulta em sérvios prestados para popular”, finalizou Max.

 

Foto: Fablício Rodrigues

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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