Mato Grosso
Dia 22 tem ‘Contação de História’ para crianças no teatro Zulmira Canavarros
Mato Grosso
Da Redação
Espetáculo será à tarde e escolas públicas e particulares podem agendar e trazer seus alunos
Está confirmada a data de 22 de junho (quarta-feira), às 15 horas, a última apresentação da temporada do projeto “Filhos do Cerrado”, que ocorria aos domingos à tarde. Agora, as escolas públicas e particulares que queiram trazer seus alunos para curtir o espetáculo “Contação de História” com Alicce Oliveira podem agendar pelo telefone (65) 98111-2277 com a produtora Poliana Queiroz. O projeto foi pensado para ofertar um momento lúdico e divertido ao público infantil. A entrada é social, podendo ser um quilo de alimento não perecível ou um litro de leite.
Alicce Oliveira explica que o espetáculo narra experiências vivenciadas por uma criança. A peça é ambientada numa fazenda com bichos e até uma casa abandonada que, no imaginário daquela menina, se trata de uma casa mal-assombrada. “Tudo é uma grande viagem pelo universo de uma criança que cresceu na fazenda em meio a animais e outras experiências que a gente conta com fala e música”, diz Alicce.
Entre as narrativas está “O Caso do Bolinho”, história em que a vovó faz um bolo e o coloca para esfriar na janela. A visão do bolo lindo e fofinho faz com que todos os bichos passem a disputar a guloseima. Daí em diante é uma festa de animação com animais correndo pela fazenda, que também tem rios, flores e uma diversidade de ambientes que encantam.
O espetáculo tem duração média de 60 minutos e tem um final revelador… Quem afinal seria essa menina que mora na fazenda? Essa descoberta e vários momentos de magia e beleza esperam o público no dia 22, às 15 horas, no palco do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros com a contação de história de Alicce Oliveira.
Contação de História encerra a temporada do projeto Filhos do Cerrado que já apresentou Cabeçasodoletas.com, do grupo Comadança, e Mel de Melão do grupo Monofoliar. Segundo Poliana Queiroz, o objetivo é manter o projeto por longas temporadas. As próximas já estão previstas para os meses de agosto e outubro de 2017. “Vamos preparar algo lúdico, divertido, especial para que a criança tenha sempre a alegria de estar no teatro”, disse Queiroz.
Mato Grosso
MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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