Mato Grosso
Desenvolve MT apoia sonho familiar de transformar amor pela cozinha em empreendimento gastronômico
Mato Grosso
O desejo de empreender aproximou ainda mais as irmãs Dilma Eliza de Campos e Digina Aparecida de Campos, que decidiram transformar a paixão pela culinária em negócio. Ao lado de Isabele Campos Vital, filha de Dilma, elas criaram a Camposteria, restaurante e café que nasceu do sonho de oferecer comida de qualidade em um ambiente acolhedor.
No início, havia um sonho de abrir um negócio, mas o maior desafio foi encontrar um espaço estratégico que se encaixasse no orçamento da família. Em junho de 2025 a filha de Digina encontrou um ponto comercial que parecia ideal. O ponto, localizado no bairro Boa Esperança, em Cuiabá, já funcionava como um restaurante de massas, o que se conectava ao trabalho da mãe, que vendia lasanhas para complementar a renda.
“Ao visitar o espaço, percebemos que era bem frequentado por estudantes da faculdade próxima e decidiram investir. A proprietária ofereceu a venda do ponto com todos os equipamentos, dando um prazo de 15 dias para fechar o negócio com o dinheiro à vista. Então corremos atrás dos recursos, cada uma da sua maneira e deu certo, graças a Deus”, relata Dilma.
A escolha de um ponto próximo à UFMT trouxe oportunidades, mas também exigiu resiliência, já que o movimento diminui durante os períodos de recesso acadêmico. Foi através da experiência de Digina, que já havia trabalhado na Desenvolve MT, que surgiu a ideia de acessar uma linha de crédito.
O recurso liberado com a linha de crédito para investimento Desenvolve Empresarial, foi fundamental para que o restaurante pudesse adquirir insumos e manter a produção, especialmente dos macarrões artesanais que conquistaram clientes fiéis.
“Nós pensamos em futuramente investir no local, mudar a estrutura, comprar novas mesas e cadeiras, embalagens e decoração, para caber mais pessoas e deixar o local mais aconchegante”, planeja Isabele.
Para as empreendedoras, empreender significa liberdade financeira e realização pessoal. Apesar das dificuldades, ver o restaurante cheio e contar com clientes que retornam sempre é motivo de alegria e orgulho. Elas destacam que o crédito da Desenvolve MT foi um verdadeiro respiro em momentos de baixa movimentação.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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