Mato Grosso

Deputado cobra fiscalização do poder público nas irregularidades da Energisa

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Da Redação

 

O Deputado estadual por Mato Grosso, Faissal Calil (PV) cobra atuações enérgicas por parte das autoridades do estado, para fazer a Energisa cumprir a medida da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANNEL) que garante segurança na distribuição de Energia.

O parlamentar utilizou de suas redes sociais, através de um vídeo, onde deixou sua indignação com a falta de humanidade da empresa, que durante esta semana, foi flagrada efetuando o corte de energia em uma casa com quatro crianças, em pleno período de quarentena.

A indignação ficou maior quando a Nota de Esclarecimento da Energisa, explicou que o corte foi realizado porque o governador do estado ainda não tinha sancionado a Lei.

Foto: Divulgação

Com esta atitude, a empresa mostrou que além de estar na contramão das medidas de combate a pandemia do coronavírus, que uma das medidas é manter a população em casa, pelo menos neste período de início da pandemia na região.

“Vejo que a Energisa está atuando de uma forma bastante desrespeitosa e desumana a empresa não sessou seus trabalhos, obrigando todos seus funcionários a trabalharem normalmente, como se nada estivesse acontecendo, sem qualquer treinamento e material de proteção”, declarou o deputado.

Para Faissal, a empresa ao invés de trabalhar em benefício da população neste período de quarentena, parece que intensificou as ações de corte.

Foto: Divulgação

Desta forma, o parlamentar cobra atuações enérgicas por parte do poder pública, para fazer a Energisa cumprir a medida de garantir o fornecimento de energia mesmo para os consumidores inadimplentes durante a quarentena.

Para evitar que a Energisa continue realizando irregularidades nos cortes, a população deve gravar e divulgar as atividades de corte no fornecimento de energia e enviar para a imprensa, como aconteceu na última segunda-feira, quando encaminharam o vídeo da equipe da Energisa, para a equipe de reportagem do site www.omatogrosso.com.

A divulgação de atividades irregulares é uma forma que os consumidores têm de combater o abuso de poder da Energisa.

 

Veja Vídeo: 

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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