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Denise comemora 39 anos com ações do Governo do Estado

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Município foi beneficiado com restauração de 53,14 km da MT 343; passa a ser atendido por nova empresa de transporte coletivo de passageiros; oito poços artesianos profundos estão em perfuração nas zonas urbana e rural; e está fase de licitação a construção de quadra esportiva em escola

Da Redação

O município de Denise, com 9.544 habitantes e distante 210 quilômetros de Cuiabá, comemora 39 anos de emancipação administrativa nesta quinta-feira, 6 de maio, com ações do Governo do Estado em infraestrutura, logística, educação e saneamento. Denise é a maior produtora de cana-de-açúcar de Mato Grosso.

Foram restaurados 53,14 quilômetros da MT-343, que interliga o município a Arenápolis, no sentido norte, e ao distrito de Assari, em Barra do Bugres, no sentido sul, cujos investimentos somaram R$ 9,13 milhões.          

A cidade foi beneficiada com a manutenção de rodovias estaduais, por meio de convênio entre Governo do Estado e consórcios intermunicipais, envolvendo, além de Denise, 11 outros municípios. Além disso, passou a ser atendida, na categoria básica, por uma nova empresa de transporte coletivo intermunicipal de passageiros, Viação Juína, responsável pelos polos de Aripuanã, Campo Novo do Parecis, Diamantino, Juína e Tangará da Serra, além de outras 16 cidades.

Por meio de convênio com Prefeitura, está em andamento a perfuração de oito poços artesianos profundos tanto na zona urbana quanto rural do município. Os investimentos somam R$ 480 mil.

Por meio da Secretaria de Estado de Educação, está em processo de licitação, a construção da quadra esportiva na Escola Estadual Sagrado Coração de Jesus, localizada no centro do município.

Saúde e repasses

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) repassou ao município 800 testes rápidos para detecção do coronavírus e medicamentos para combatê-lo, num total de 34.631 comprimidos, entre azitromicina (4.258), ivermectina (3.406) e dipirona (26.967), também distribuído em gotas, com 662 frascos.              

Entre 2020 e 2021, o Governo do Estado repassou R$ 8,143 milhões aos cofres municipais em ICMS, IPVA e Fethab; R$ 609,09  mil em assistência social, transporte escolar e emendas parlamentares entre 2019 e 2020; e R$ 976,63 mil em fundos de saúde entre 2019, 2020 e 2021.

 

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CNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 2% para 1,6% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026.

Segundo o Informe Conjuntural do terceiro trimestre, divulgado nesta quarta-feira (28), a revisão reflete o desempenho mais fraco esperado para a indústria de transformação e o setor de serviços.

A agropecuária, por outro lado, teve sua estimativa de crescimento revisada para cima. Segundo a entidade, os juros elevados e a desaceleração da demanda interna continuam pressionando a produção. 

Principais projeções

  • PIB: crescimento de 1,6% em 2026, ante previsão anterior de 2%;
  • Indústria: alta de 1,3%, contra 2% estimados anteriormente;
  • Indústria de transformação: retração de 0,7%;
  • Serviços: crescimento de 1,6%, ante 1,9%;
  • Agropecuária: expansão de 2,5%, acima dos 1,8% previstos anteriormente;
  • Inflação: projeção de 5,15% para o ano;
  • Selic: previsão de encerramento de 2026 em 13,25% ao ano;
  • Dívida pública bruta: estimativa de 83,7% do PIB.

Indústria perde força

A indústria deve sentir os efeitos da desaceleração econômica de forma mais intensa. A projeção de crescimento do setor caiu de 2% para 1,3%, principalmente devido ao desempenho negativo esperado para a indústria de transformação.

Para esse segmento, a CNI revisou a estimativa de crescimento de 0,6% para uma queda de 0,7%. Entre os fatores que pressionam a atividade estão a redução da demanda interna, o custo elevado do crédito, o aumento dos custos de produção e a concorrência dos produtos importados.

A indústria extrativa, por sua vez, deve crescer 9,1%, enquanto a construção tem previsão de alta de 1,5%, sustentada por investimentos em infraestrutura e pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida.

Serviços e agropecuária

O setor de serviços também teve a projeção reduzida, de 1,9% para 1,6%. A revisão considera a estabilidade do volume de serviços desde o fim de 2025 e a desaceleração do comércio, especialmente nos segmentos mais dependentes de crédito.

Na direção oposta, a agropecuária teve a estimativa elevada de 1,8% para 2,5%, impulsionada pela perspectiva mais favorável para a segunda safra de milho.

Trabalho e inflação

A CNI estima que a população ocupada cresça 1,2% em 2026, enquanto a taxa de desemprego deve recuar de 5,3% para 5% até o fim do ano. A massa de rendimentos reais, que considera os efeitos da inflação, deve aumentar 4,6%.

A inflação, porém, tende a acelerar nos últimos meses do ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de alta de 5,15%, acima dos 4,26% registrados em 2025.

A entidade prevê que o Banco Central reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes de 2026, encerrando o ano em 13,25%.

Contas públicas

A CNI projeta déficit primário de R$ 54,6 bilhões nas contas do governo federal em 2026, equivalente a 0,4% do PIB. Considerando as regras de exclusão de determinadas despesas da meta fiscal, o resultado seria um superávit de R$ 12,6 bilhões.

A entidade estima que a dívida pública bruta avance de 78,6% para 83,7% do PIB até o fim do ano.

Comércio exterior

A balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões em 2026, quase 30% acima do resultado de 2025.

As exportações devem somar US$ 386,7 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior. Já as importações estão estimadas em US$ 309,4 bilhões, alta de 6,4%.



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