Mato Grosso

“DEM: Mesmo com potencial de protagonista segue o caminho de coadjuvante”

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Mato Grosso

Da Redação.

Eleições municipais e o Democratas (DEM) em Mato Grosso, que a participação da sigla é fundamental e decisiva nas eleições dos municípios, isso é um fato incontestável, já que o partido possui várias lideranças dentro e fora do estado.

Hoje, o DEM tem representantes como o governador do estado, Mauro Mendes, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, o senador, Jayme Campos, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia e o presidente do senado, Davi Alcolumbre.

Sem dúvida, que a sigla é uma das mais fortes do Brasil, como também em Mato Grosso, porém, aqui no estado, a incompatibilidade de objetivos mostrou divergências nas tomadas de decisões das principais lideranças do partido.

Com a aproximação das eleições municipais, o DEM ainda não mostrou posicionamento em dois dos principais polos eleitorais do estado, o problema é visto tanto em Cuiabá, como em Várzea Grande.

Foto: SECOM-ALMT

Nos últimos dias, mesmo sem a sua confirmação, vários veículos de comunicação mencionaram o nome do deputado, Eduardo Botelho como pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá.

“As cogitações foram divulgadas durante o período que Botelho se encontrava internado para o tratamento do Covid-19”.

Agora, mesmo sem uma definição confirmada, novamente alguns veículos de comunicação divulgaram que Botelho teria desistido de algo que nem começou.

Por outro lado, o suplente de senador e presidente do DEM em Mato Grosso, Fábio Garcia é apontado com uma das opções do partido, para disputar a eleição, rumo Palácio Alencastro.

Foto: Divulgação

“DEM: Mesmo com todo potencial de protagonista segue o caminho de coadjuvante”

Em Várzea Grande, uma verdadeira “nuvem sombria” paira sobra a escolha do DEM, para disputar as próximas eleições, já que ficou bem explícito, que existem duas partes bem distintas, com objetivos bem diferentes, uma trabalhando para ganhar de qualquer forma a eleição, e a outra defendendo as diretrizes partidária.

A renovação é a palavra de ordem.

Enquanto alguns políticos das antigas, as famosas “raposas felpudas”, que fazem uso da política tradicional, ainda acham que vão eleger até “Poste”, estão deixando para anunciar, escolher, arrancar de última hora, a nova geração que busca um novo formato de fazer política já está se articulando, alguns com as arestas bem aparadas.

Resta saber, se o povo vai preferir mudar ou continuar reclamando dos políticos por mais quatro anos.  

   

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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