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Cuiabá chega à marca de 100 mil pessoas vacinadas com a primeira dose contra a Covid

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Segunda dose está garantida para quem já tomou a primeira

Da Redação

Na manhã desta quinta-feira (6) a capital mato grossense atingiu o número de 100 mil pessoas imunizadas com a primeira dose da vacina contra o coronavírus. Esse quantitativo representa 40% dos grupos prioritários contemplados na campanha de vacinação, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. No total, conforme dados da plataforma Localiza SUS, do Ministério da Saúde, 142 mil doses já foram aplicadas (primeira e segunda dose) desde o início da campanha Vacina Cuiabá – Sua vida em primeiro lugar, da Prefeitura Municipal de Cuiabá.

“Sonho dia e noite em imunizar toda a população de Cuiabá. A Prefeitura vai continuar trabalhando para que esse objetivo seja alcançado. Seguimos o preconizado pelo Plano Nacional de Imunizaação, sempre com respeito e responsabilidade”, pontuou o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro. 

Esta marca, que foi atingida após pouco mais de 100 dias do início da campanha de imunização, foi possível devido ao recebimento de remessas semanais de vacina, o que viabilizou a abertura de novos postos de vacinação. “A descentralização da campanha, que já estava prevista no Plano Municipal de Imunização, apresentada em janeiro, dependia da chegada de um número maior de doses. Com a regularização deste recebimento, abrimos novos pontos e aceleramos a aplicação de doses”, comentou Valéria de Oliveira, coordenadora da campanha de imunização.

A segunda dose da vacina foi aplicada em cerca de 42 mil pessoas em Cuiabá, seguindo o prazo de aplicação de cada imunizante. “A segunda dose da Coronavac deve ser ministrada 28 dias após a primeira e a da Astrazeneca após 90 dias. Por isso temos essa diferença no quantitativo de pessoas que tomaram as duas doses”, explicou a coordenadora.

Importante ressaltar que em Cuiabá todas as pessoas que foram vacinadas com a primeira dose têm a segunda garantida, ao contrário de muitas outras cidades no país, que não guardaram os imunizantes para a segunda aplicação e não receberam a tempo para assegurar a vacinação dentro do prazo.

O empresário Aderson Ferreira Duarte, de 71 anos foi um dos vacinados com a segunda dose nesta quarta-feira (05) com Coronavac e comemorou muito a imunização. “Enquanto muitos municípios estão com problema de segunda dose, o prefeito Emanuel Pinheiro acertou em reservar a segunda dose. Fez algo extremamente sensato, mesmo contrariando muitas autoridades e sendo criticado. Várias pessoas em outras cidades estão sem a segunda dose, e graças à decisão acertada do prefeito, isso não está acontecendo em Cuiabá”, comemorou o idoso.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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