Mato Grosso
Cuiabá: Campanha Vacina Solidária alcança 4,2 toneladas de alimentos ,
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Da Redação
A campanha de arrecadação de alimentos Vacina Solidária organizada pela primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, alcançou a marca de 4,2 toneladas, na última semana, com as doações de grupos organizados e as recolhidas nos seis pontos de coleta da Prefeitura de Cuiabá.
Segundo a primeira-dama, o engajamento da campanha tem superado todas as expectativas em relação às campanhas anteriores, e a razão por estar relacionada ao avanço do Plano de Vacinação na Capital.
“O cuiabano é muito solidário quando convocado porém, nessa campanha, em especial, temos recebido muito apoio, doações e acredito que esteja ligado ao sentimento de estarmos vencendo a pandemia, com a vacinação a todo vapor, o que gera esse espírito nas pessoas de querer ajudar àquelas que foram mais prejudicadas no sustento familiar”, externou.
As doações estão sendo feitas nos pontos de coleta presentes nos locais de vacinação da prefeitura. São seis pontos: Centro de Eventos do Pantanal, Sesi Papa, Sesc Balneário, Universidade Federal de Mato Grosso, Assembleia Legislativa e, mais recente, Senai Porto.
Além das doações populares, grupos segmentados da própria prefeitura têm se movimentado para oferecer doações à campanha, como é o caso dos servidores das pasta de Mobilidade Urbana e Ordem Pública responsáveis pela doação de 2,5 mil toneladas de alimentos.
Entregas
As entregas totalizaram mais de 1 mil cestas para 40 instituições diferentes como MT Mamma, Abrigo Bom Jesus de Cuiabá, além de comunidades em vulnerabilidade social apontadas pela Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência. “Estamos direcionando esses alimentos de forma imediata durante toda a semana porque a fome não espera. Tem muitas famílias que foram prejudicadas nessa pandemia e precisam do nosso apoio para o sustento familiar e por isso peço a colaboração de quem pode ajudar com 1 kg de alimento”, reforçou a primeira-dama.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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