Mato Grosso
Criança encontrada amarrada e presa dentro de um barril conta com detalhes o que comeu para sobreviver
Mato Grosso
Da Redação
Toda a população da cidade, onde uma criança foi encontrada amarrada e presa dentro de um barril esta revoltada com os responsáveis por essa tamanha crueldade. Em um depoimento emocionante para os policiais, a criança contou o que fazia para poder sobreviver, já que eles não davam nada para que ele pudesse comer.
O relato da criança é extremamente forte: “Ele disse para mim que chegou a comer fezes, porque não davam comida para ele”. No momento em que foi encontrada, a criança se encontrava em um terrível estado de desnutrição, e logo que os policiais militares o resgataram, ele fez o seguinte pedido: “Eu só queria algo para comer”.
No ultimo sábado à noite (30), na cidade de Campinas, interior de São Paulo, um menino de 11 anos foi encontrado amarrado nas mãos e pés, e amarrado nas mãos e pés, e preso um balde. Depois que os vizinhos reclamaram, as autoridades foram ao local. Os três foram presos sob suspeita de tortura. Entre eles, o pai da criança, a namorada e a filha da mulher. O caso foi registrado na segunda delegacia de proteção as mulheres, em Jardin Londress.
Segundo a Polícia Militar, o menino estava preso no local, e mesmo local, ele fazia às necessidades físicas. O espaço é revestido apenas de azulejos e possui uma pia de mármore para evitar que saia. As reclamações dos vizinhos ocorreram após perceberem a ausência do menino, que havia brincado com outras crianças nas proximidades. A polícia disse que eles entraram na casa com a permissão da filha de 22 anos do pai.
Um caso extremamente horroroso, que deixou toda a população e policiais que participaram do resgate revoltados. Assim que, tivermos mais noticias traremos para você, então fique de olho em tudo o que acontece em nosso portal. Compartilhe essa noticia com seus amigos e familiares.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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