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Coronavírus: Zé do Pátio é alvo de ameaças em Rondonópolis

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Da Redação

A manutenção do Decreto de medidas de prevenção e combate a pandemia do coronavírus, virou caso de polícia em Rondonópolis, quando o prefeito Zé Carlos do Pátio informou que registrou dois Boletins de Ocorrências, após receber ameaças, via redes sociais.

Em Nota da Prefeitura de Rondonópolis, Zé do Pátio esclareceu:

A Prefeitura informa que manterá as medidas necessárias de acordo com orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), de médicos infectologistas e equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com uma pessoa ligada diretamente ao prefeito, que pediu para não ser identificada, as ameaças começaram depois da divulgação do último Decreto do Governo do Estado, que flexibiliza o funcionamento do comercio, com algumas restrições e regras de higienização.

“Um grupo ainda não identificado, estava organizando uma manifestação com carretas, com objetivo de forçar o prefeito a rever as medidas do Decreto Municipal”.

“Nós estamos vendo como as regiões que menosprezaram as medidas de segurança estão, o mundo está sofrendo com este vírus, o dinheiro é importante para manutenção das pessoas é, mas sem vida, do que adianta ter dinheiro, por isso estamos preocupados em preservar vidas, depois vamos ver as questões financeiras”, ressaltou uma pessoas ligada a Zé do Pátio, que pediu para não ser identificada, temendo por sua segurança.

Decreto – 9.422, determinou novas medidas a serem adotadas no município após reunião realizada no sábado (21) com o Comitê de Gestão de Crise, entre elas, a suspensão do funcionamento do comércio, incluindo bares, restaurantes, lanchonetes, conveniências, entre outros. As novas medidas foram adotadas para combater a disseminação do coronavírus (Covid-19).

A Polícia Civil de Rondonópolis ficou responsável em apurar o caso e punir os envolvidos

 

Foto: Facebook

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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