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Comitê de Enfrentamento ao novo Coronavírus debate instalação de centros de atendimentos

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Da Redação

A instalação de centros de atendimentos para o enfrentamento à Covid+19 foi tema de discussão na segunda reunião semanal do Comitê Municipal de Enfrentamento ao novo Coronavírus.

As ações preventivas já implementadas contam com o acompanhamento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). 

“Nos reunimos para debater novas estratégias nesse momento de retomada gradual do segmento econômico. Esse é o cenário a partir de agora e necessitamos de adaptação, de consciência, respeitar as medidas de biossegurança, usar as máscaras, manter o distanciamento social”, explica o prefeito Emanuel Pinheiro. 

Instalados em locais de fácil acesso à população, os centros de atendimento possuem respaldo por meio da Portaria 1445, de 29 de maio, do Ministério da Saúde. Os Centros de Atendimento para Enfrentamento à Covid-19 têm como finalidade identificar precocemente os casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

A implantação ainda será debatida nas próximas reuniões do Comitê, que validou ainda a aquisição de testes para Covid-19.

“Já adquirimos uma máquina que vai realizar o diagnóstico do novo coronavírus, que realiza o teste padrão ouro, em que confiabilidade do resultado é maior. Já temos cinco mil kits para o exame e todo o processo é feito em parceria com uma instituição de credibilidade, o IFMT. Agora, após um debate técnico do Comitê, deliberamos pela aquisição entre mais 25 e 50 mil novos testes para as unidades de saúde. Nenhuma capital do país, sozinha, sem o apoio do Ministério da Saúde, consegue realizar a testagem em massa e nós já fizemos o pedido ao ministro interino para que dê o suporte logístico e seguimos no aguardo. No entanto, Cuiabá vai continuar adotando medidas severas, responsáveis, para preservar a saúde e a vida das pessoas”, finalizou Pinheiro.

 

 

 

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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