Mato Grosso
Comissão de Educação solicita reserva de vacina a professores de MT
Mato Grosso
Pedido de deputados também favorece corpo técnico de profissionais.
A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Desporto da Assembleia Legislativa aprovou na manhã desta quarta-feira (7) uma indicação que será encaminhada ao governo do Estado com pedido de reserva de vacinas aos 32 mil profissionais da educação pública de Mato Grosso.
A ideia é garantir a imunização de técnicos e professores nos próximos meses para que seja garantido o retorno das aulas presenciais em Mato Grosso com a segurança sanitária necessária em meio a pandemia do coronavírus.
O deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que preside a comissão, ressaltou que vai buscar até mesmo uma audiência com o governador Mauro Mendes (DEM) para garantir a imunização dos profissionais da educação pública.
“A Assembleia Legislativa, em sua maioria, defende o retorno às aulas presenciais com responsabilidade e precisamos destas vacinas aos técnicos e professores da educação. A Constituição Federal é clara de que a educação é um dos pilares da administração pública. Essa prioridade aos profissionais da educação pública já é uma realidade em outros Estados”, disse.
Na segunda-feira (5), o plenário da Assembleia Legislativa aprovou com 18 votos favoráveis o Projeto de Lei 21/2021 que inclui as atividades educacionais no rol de serviços essenciais enquanto vigorar a pandemia da Covid-19.
O projeto foi aprovado em primeira votação e retornará ao plenário na próxima semana para votação definitiva após um pedido de vistas do deputado estadual Thiago Silva (MDB).
Também votaram favoráveis proposta de prioridade na vacinação aos profissionais de educação, os deputados Thiago Silva (MDB) e Faissal Calil (PV).
Mato Grosso deu início ao Plano Nacional de Imunização no dia 18 de janeiro, atendendo as regras do governo federal.
A vacina que está sendo utilizada é a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com laboratório chinês Sinovac.
O governador Mauro Mendes (DEM) já anunciou a compra de 1,2 milhão de doses da vacina russa Sputnik V. O contrato com a fabricante foi assinado no dia 31 de março.
Os imunizantes serão entregues em dois lotes com o primeiro programado para chegar na segunda quinzena de abril.
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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