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Casal é pego com R$ 63 mil em dinheiro sem procedência e é conduzido para Delegacia

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O homem alegou que o dinheiro seria da negociação da venda de um Toyota Corolla, mas até o fim do registro da ocorrência o documento não foi apresentado

Da Redação

Um homem e uma mulher foram encaminhados à Delegacia nesta quarta-feira (05.06) por ocultação de bens e valores, durante uma abordagem policial.

Os policiais do 5º BPM de Rondonópolis foram informados que um VW Jetta branco estaria circulando na estrada que liga as cidades de Guiratinga e Rondonópolis, com objetivo de abordar caminhoneiros.

Em diligência pelo bairro Liberdade, o carro foi identificado e na ordem de parada, um homem estava na direção e uma mulher de passageiro.

Na ficha do cidadão constaram passagens criminais por roubo e tráfico de droga. No nome da mulher constou um crime por roubo. No assoalho do carro, os policiais encontraram um saco preto com R$ 63 mil em dinheiro e mais R$ 2 mil no bolso do homem.

Questionado, disse que levaria o dinheiro para a casa do seu pai. Durante o procedimento, o seu celular não parava de tocar e o pai também esteve no local da abordagem. Ele disse que o dinheiro seria da venda de um veículo Toyota Corolla e se comprometeu em levar o comprovante da negociação na Delegacia.

Até o fim do registro da ocorrência, no entanto, o homem não se apresentou com o referido documento alegado.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 08000.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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