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Carlos Bezerra e “Munrra”: a busca pelo poder eterno

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Da Redação.

Desde 1957 atuando na vida pública, o ex-deputado estadual, ex-senador da República, ex-governador do Estado de Mato Grosso e atual deputado federal, Carlos Bezerra “cacique” do Movimento Democrático de Base (MDB), além de ser comparado, parece que está em busca do mesmo objetivo de “Munrra”.

Munrra é personagem de desenho animado da década de 90, que alegrava as manhãs na televisão, um ser com mais de mil anos, que possuía uma forma decadente, mas invocados pelos espíritos do mal ganhava forças e lutava feito um grande guerreiro.

“Antigos espíritos do mal, transforme esta forma decadente em Munrra, aquele que tem vida eterna”, assim é comparado o poder de “cacique” que Carlos Bezerra exerce a frente do partido MDB, que até hoje é uma pessoa decisiva na sigla.

E para aqueles que vão contra as determinações do “Eterno Cacique” o suposto “Munrra”, a punição é severa.

“Nada poderá deter a força vingadora”, afirmava o perverso Munrra.

Apenas o reflexo da sua imagem medonha era capaz de deter o eterno Munrra.

No caso de Carlos Bezerra, que está sendo considerado uma peça fundamental na decisão do MDB, referente a disputa eleitoral da Prefeitura de Cuiabá, pelo que tudo indica, apenas os “reflexos” das gestões, tanto dele, como de Emanuel Pinheiro, podem impedir a imposição do “cacique” na disputa pela reeleição.

Foto: João Vieira/Gazeta Digital

Durante esta semana, foi publicada em alguns veículos de comunicação, que o prefeito Emanuel Pinheiro estaria cogitando recuar da candidatura à reeleição, para apoiar uma eventual candidatura do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho.

Botelho já declarou à imprensa que não descarta disputar a Prefeitura de Cuiabá, desde que Emanuel Pinheiro não seja candidato.

Foto: SECOM-ALMT

As condições políticas do prefeito Emanuel Pinheiro corre risco, além de ter uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sendo realizada na Câmara Municipal, que poderá garantir a campanha eleitoral de muitos vereadores, de uma forma ou de outra, ainda existem as investigações Justiça, que pode interferir e mudar totalmente os rumos desta eleição.

Resta saber se as forças de “Munrra” vão interferir tanto nos trabalhos da Câmara Municipal de Cuiabá, como também nas investigações da Justiça.

“Será que o poder de Munrra tem de vida eterna”?

Foto: Divulgação.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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