CUIABÁ
Caminhões especializados potencializam serviço de poda de árvore
Os veículos possuem fibras isolantes no braço articulado, eliminando riscos de acidente em contato com a fiação elétrica
Mato Grosso
Importante para manter o bom visual da cidade e também evitar transtornos à população, o serviço de poda de árvores foi melhorado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). Um exemplo desse avanço é a utilização de caminhão com cesto aéreo na execução dessa atividade, que ocorre desde 2022.
Neste momento, a Limpurb conta com dois veículos deste tipo que, além de dar mais celeridade ao serviço, também oferecem maior segurança aos trabalhadores. Os caminhões possuem ainda sistema de rastreamento, que permite o acompanhamento em tempo real de toda a rota percorrida pelas equipes.
Outra característica dos caminhões é a presença de fibras isolantes no braço articulado, eliminando riscos de acidente em possível contato com a fiação de energia elétrica. Somado a isso, os servidores que atuam diretamente na poda de árvores recebem treinamento sobre segurança do trabalho e técnicas de manejo das ferramentas.
“Isso faz parte do plano de modernização desenvolvido pela gestão Emanuel Pinheiro, que alcança tanto o administrativo quanto o operacional. Com isso, estamos melhorando as condições de trabalho dos nossos servidores e, ao mesmo tempo, fazendo com que os serviços cheguem com qualidade ao cidadão”, explica o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.
RESULTADOS
A Limpurb finalizou o ano de 2022 como uma média mensal de mil procedimentos de poda e corte responsável de árvores realizados em espaços públicos da Capital. O trabalho é executado por meio de quatro equipes especializadas que, diariamente, são distribuídas pelas regiões da cidade.
Considerado fundamental para conservação e melhoria da paisagem urbana, os serviços são feitos, minimizando os riscos parciais ou integrais de árvores e galhos. Ambos são feitos seguindo as determinações da Lei Complementar 004/92 e do Decreto Municipal 5.144/2012, alcançando exclusivamente vias e logradouros públicos.
Os galhos e troncos das ações realizadas pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos são transformados em adubo para aproveitamento da própria Prefeitura de Cuiabá. O processo de mudança do resíduo que seria descartado para um material totalmente sustentável é realizado no Horto Florestal Tote Garcia.
Fonte: SECOM
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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