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Câmara de Cuiabá, empresários e poder Executivo municipal abrem diálogo sobre possibilidade de reabertura do comércio

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Da Redação.
Vereadores da Câmara de Cuiabá, juntamente com  a equipe técnica do Executivo Municipal recebeu na tarde da última segunda-feira (13), representantes do comércio e da indústria da Capital, para debater sobre a possibilidade do retorno das atividades comerciais no município.
A reunião contou com a presença do presidente do Parlamento Municipal, vereador Misael Galvão (PTB), que na semana passada foi procurado pelos diretores da Fecomércio, FIEMT, Facmat, FCDL, CDL Cuiabá e ACC para tratar sobre o assunto. Naquela ocasião, as entidades foram recebidas por Misael e os vereadores Luis Claudio (PP), Toninho de Souza (PSDB) e Orivaldo da Famácia.
O encontro ocorreu no Palácio Alencastro, quando foi constituído um corpo técnico para elaboração de um plano estratégico, com objetivo de fomentar retomada da atividade econômica no município, conforme determina o Art. 38 do Decreto Municipal 7868 de 03/04/2020.
Atualmente, apenas os empreendimentos que exercem atividades consideradas fundamentais estão autorizados a abrir as portas, como supermercados, farmácias, posto de combustível e oficina mecânica.
Desta forma, aproveitaram a reunião para expor a preocupação com os efeitos na economia e suas consequências em relação manutenção de empregos e a própria sobrevivência das atividades.
Partindo disso, Misael cobrou assento do setor em discussão na Comissão de Enfrentamento ao Covid-19.
“Todos nós vivemos em Cuiabá, se você olhar bem, quem está pagando o maior preço é o comerciante isso diverge dos dados estatísticos, não é falado economicamente, hoje o poder público em geral tem de ter a humildade de sentar e conversar com os empresários como a prefeitura está fazendo agora, a uma preocupação sim com a Pandemia e temos de nos preparar, eu estou preocupado vendo tudo fechado e a cidade parada, daqui a pouco começaremos a tratar com depressões reais, isso ataca o psicológico da pessoa, vim do comércio sei o que estão passando e daqui a pouco precisará bem mais que medidas brandas, teremos de ser radicais, peço que os representes do setor tenham participação na Comissão de Enfrentamento e decisões em favor das pessoas e município, eles são a mola propulsora da economia”. Afirma Misael.
Um plano emergencial prévio deverá ser apresentado pelas entidades ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) já nesta terça-feira, dia 14. Dentre as sugestão já apresentadas pela categoria está a flexibilize as medidas restritivas, permitindo a abertura do comércio e serviços em horário reduzido de funcionamento das 9:00hs às 17:00hs, seguindo todos os cuidados preceituados nas cartilhas disponibilizadas pelo Sesc/Fecomercio, Sesi/FIEMT , garantindo assim a segurança de funcionários e população.
Além disso, solicita o retorno ao horário normal de funcionamento de supermercados retorno ao horário normal de funcionamento das lojas de conveniências, mantido o sistema de pegue e leve.
As entidades representadas nesta reunião pelos presidentes da CDL Nelson Soares, Fecomércio José Wenceslau de Souza Júnior, ACC Jonas Alves de Souza e da FIEMT Gustavo Oliveira recebidos pela prefeitura pelos secretários de Meio Ambiente Juares Samaniego e de Governo Lincoln Sardinha, o chefe de gabinete Neto e o técnico Gilberto.
A retomada dependerá das ações definidas com o prefeito Emanuel Pinheiro sempre seguindo os protocolos de segurança da saúde e o cuidado em seguir os decretos já definidos.
Foto: Assessoria/Câmara.
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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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