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Cabeleireiro foi morto por se envolver com ex do ‘chefão do crime’ de VG

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Da Redação

O cabeleireiro Felipe Gonçalves, de 23 anos, tinha um relacionamento amoroso com uma mulher de um traficante da região que o jurou de morte.

De acordo com informações, Felipe levou um tiro na cabeça, na noite de terça-feira (1°), no bairro Carrapicho, em Várzea Grande. 

Em conversa com os familiares de Felipe, há cerca de três meses o cabeleireiro começou a se relacionar com uma mulher, e descobriu que ela era ex de um bandido de alta periculosidade.

Quando o criminoso tomou conhecimento da relação, ficou irado, com ciúmes e, jurou a vítima de morte, o que veio a se cumprir nesta semana.

A vítima não tinha passagens policiais ou qualquer indício de tivesse envolvimento com o mundo do crime. 

De acordo com a Polícia Militar, o corpo de Felipe foi encontrado por populares ao lado de uma motocicleta Honda por volta das 21h.

Inicialmente, testemunhas imaginaram se tratar de um acidente de trânsito, porém, após checagem dos militares ficou confirmado que se tratava de homicídio.

O nome do bandido não foi revelado.

A Polícia Civil procura o assassino que ainda está foragido.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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