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Augusto Cury apresenta sua primeira palestra em Cuiabá

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Da Redação / João Victor Santos

 

Augusto Cury, deu a sua primeira palestra em Cuiabá, na noite do dia (23), no Hotel Fazenda. Considerado o Maior escritor Brasileiro da atualidade. Vendendo mais de 25 milhões de livros ao redor do mundo, seu nome está escrito em mais de 70 países do mundo.

levou mais de um ano para apresentar sua primeira palestra em Cuiabá, pois o mesmo tem uma agenda super lotada. No entanto, além de suas obras literárias ele também impactou o mundo com livro que se tornou filme, O vendedor de sonhos.

Em entrevista ao mato Grosso ele falou sobre as escolas, dizendo: ‘Escolas estão doentes, formando pessoas doentes com profissionais doentes. Elas devem ensinar gestão da emoção e ajudar as crianças a pensar’.

Disse também: ‘que o pensamento é virtual’.

Quando foi perguntado: “Bob Proctor como um dos maiores oradores e pesquisador da mente humana disse que pensamento geram coisas”.

Sem hesitar respondeu sorrindo: “ele precisa de aulas comigo”.

Bob Proctor é amplamente considerado um dos maiores oradores do mundo. Ele ensina as pessoas como entender suas capacidades ocultas, ser mais e ter mais em todas as áreas da vida. Seus ensinamentos são baseados em Napolleon Hill. Também considerado um dos maiores pensadores da atualidade.

Cury, na sua apresentação em Cuiabá deu inúmeros conselhos, falando a respeito da ansiedade, em uma de suas falas, afirmou: ‘ciumes é saudades de mim, duvide de tudo aquilo que te controla, ciumes é ansiedade. Portanto, estatísticas estão erradas quando dizem que são milhões de ansiosos, na verdade são bilhões’.

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Evento debate segurança jurídica na era da inteligência artificial

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, na manhã desta quarta-feira (21), o webinar “Sistema de Justiça na Era da Inteligência Artificial”, reunindo especialistas para discutir os desafios, riscos e oportunidades trazidos pelas novas tecnologias para as instituições públicas e para a garantia dos direitos fundamentais. O evento foi transmitido de forma virtual e contou com a participação de membros, servidores, estagiários, residentes, colaboradores do Ministério Público e público externo. Na abertura, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira destacou a importância de promover o debate sobre inteligência artificial sob a perspectiva dos direitos humanos e do acesso à Justiça. Ele ressaltou a relevância da participação do especialista Ronaldo Lemos no encontro. “Pensando nessa situação da inteligência artificial e dos direitos humanos, pensamos em trazê-lo para esse debate tão importante dessa discussão do acesso à Justiça e da forma que vai ocorrer e já está ocorrendo com essas transformações”, afirmou. A palestra principal foi ministrada pelo advogado e especialista em tecnologia Ronaldo Lemos, que apresentou um panorama sobre a rápida expansão da inteligência artificial no mundo, seus impactos no setor público e privado e os desafios regulatórios enfrentados pelos países. Durante a exposição, ele defendeu que o desenvolvimento e a utilização da tecnologia devem ocorrer com responsabilidade e supervisão humana.“O humano precisa ter uma centralidade, ele precisa assinar e se responsabilizar com relação a qualquer criação, inclusive aquelas que são assistidas por IA. Os sistemas de IA precisam ser auditáveis e precisam ser contestáveis”, enfatizou o palestrante. Ronaldo Lemos também alertou para a necessidade de o poder público preservar sua autonomia tecnológica e evitar dependência excessiva de fornecedores externos. Segundo ele, a expansão da inteligência artificial no Sistema de Justiça deve ocorrer com transparência, mecanismos de controle e respeito às garantias fundamentais. “A infraestrutura que a gente usa para exercer as nossas tarefas no serviço público precisa ser controlada por quem usa. Não dá para a gente ficar dependente de tecnologias que vêm 100% de fora”, observou. Na sequência, o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, integrante do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação e do Laboratório de Inovação do MPMT, participou do debate e abordou os desafios da implementação responsável da inteligência artificial no setor público. Para ele, é necessário investir na capacitação dos usuários e estabelecer uma cultura institucional voltada ao uso adequado dessas ferramentas.“O usuário final precisa ter o mínimo de conhecimento e aplicar as regras. Podemos entrar em todas as outras questões, mas se o usuário final não tem o mínimo de conhecimento, não adianta apenas teorizar”, ponderou. Daniel Carvalho Mariano também reforçou a importância da supervisão humana sobre os sistemas inteligentes e da transparência nos processos de treinamento dos algoritmos. Segundo o promotor, a inteligência artificial deve atuar como ferramenta de apoio, sem substituir a análise crítica e a responsabilidade dos profissionais que atuam no Sistema de Justiça. Ao longo do webinar, foram debatidos temas como eficiência e celeridade proporcionadas pelas novas tecnologias, proteção de dados pessoais, ética, transparência, segurança jurídica, riscos da automação excessiva e mecanismos de governança para o uso responsável da inteligência artificial. Os participantes também discutiram experiências nacionais e internacionais relacionadas à aplicação dessas ferramentas em tribunais, órgãos de controle e instituições públicas. O webinar “Sistema de Justiça na Era da Inteligência Artificial” foi realizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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