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Ao apoiar Paulo Donizete Francis confirma traição a Eliene Liberato

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Da Redação

Ao apoiar a candidatura de Paulo Donizete, o prefeito de Cáceres, Francis Maris Cruz, confirma a traição a sua vice, Eliene Liberato, que também é candidata a prefeita da cidade. A atitude é vista por setores políticos e parte da população como repreensível.

Procurada, Eliene Liberato disse que não iria comentar a atitude do prefeito, a quem diz que ajudou nesses quatro anos. Ela limitou-se a dizer que “Francis tem que dizer à população porque eu fui útil como vice em dois mandatos e não sirvo para ser prefeita. Será que é porque sou mulher e professora?”.

Foto: Correio Cacerense

Nos bastidores políticos da cidade os comentários são de que Francis teria imposto uma série de condições para apoiar Eliene. A principal delas, segundo fontes ouvidas pelo site, foi a de que ele queria continua mandando na prefeitura.

“O Francis queria que Eliene fosse a rainha da Inglaterra e ele o primeiro-ministro, ou seja, ela posaria para as fotos e quem mandaria, de fato, era ele. Ela não aceitou. O Paulo (Donizete) deve ter aceitado”, disse, sob condição do anonimato, um político local.

Esse mesmo político disse que o comportamento de Francis é “normal”. De acordo com a fonte, o prefeito não aceita um “não” como resposta e “quer que todo mundo o obedeça cegamente, como se só ela tivesse a faculdade de pensar. A Eliene é inteligente e não baixou a cabeça. Deu no que deu”.

Além de Eliene e Paulo Donizete, que são tidos como os principais concorrentes, a cidade conta com outros três candidatos: James Cabral (PT), Takao Nakamoto (PRTB) e Zé Eduardo (PSC).

Foto: Divulgação.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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